Paciente do sexo masculino, 65 anos de idade, apresentou sinais de descompensação cardíaca de moderada intensidade. Procurou Unidade Básica de Saúde e foi medicado com Digoxina 0,25 mg/dia e Furosemida 40 mg/dia. Após 20 dias voltou para o retorno, queixando-se de palpitações. Ao ECG observaram-se extra-sístoles ventriculares polifocais, PR de 0,24 seg e ondas U proeminentes. O quadro é compatível com:
Uma paciente com 26 anos apresenta ao exame dermatológico máculas hipocrômicas localizadas nas nádegas, sendo descritas como coalescentes e de limites pouco precisos, não tendo apresentado resposta à pesquisa da sensibilidade térmica, dolorosa e táctil. Com base nestas informações, tem-se como provável diagnóstico:
Com relação à infecção pelo vírus da Dengue, assinale a assertiva incorreta.
Um rapaz de 17 anos de idade chega ao Pronto- Socorro com lesões maxilo-faciais extensas. Subitamente, desenvolve estridor respiratório intenso. Devido às lesões, perdem-se as referências anatômicas de boca e faringe. Imediatamente, a melhor maneira de garantir o controle das vias aéreas é através de:
Na parada cardiorrespiratória, em relação à avaliação do comprometimento neurológico de acordo com o tempo de parada cardíaca, é correto afirmar que:
Paciente jovem (30 anos) deu entrada no Pronto- Socorro apresentando quadro clínico compatível com pneumotórax hipertensivo à esquerda. Qual a conduta imediata?
Em relação às afirmações abaixo:
I- A causa mais comum de hemorragia maciça do trato gastrintestinal baixo é diverticulite.
II- As duas causas mais comuns de hipocalemia são o vômito e a diarréia.
III- No traumatizado com edema cerebral, a hipercapnia deve ser evitada para prevenir a vasodilatação cerebral.
IV- O choque hipovolêmico não é acompanhado de perfusão tecidual inadequada.
V- Intubação endotraqueal é indubitavelmente indicada em um paciente que, além de tórax instável, apresenta escore sete na Escala de Coma de Glasgow. Escolha a alternativa correta:
Embora a aterosclerose coronariana seja a causa mais freqüente de insuficiência coronariana aguda, existem outras patologias que podem comprometer o fluxo coronariano e causar quadros isquêmicos instáveis. A possibilidade de doença não obstrutiva deve ser sempre lembrada, principalmente na ausência de fatores de risco, tal como:
Mulher de 56 anos, com carga tabágica de 60 maços/ano, com VEF 1 estimado em 50% do esperado, diabética e cardiopata, é admitida por exacerbação de doença pulmonar obstrutiva crônica. Dentre os fatores relacionados a seguir, assinale o mais provável desencadeador da descompensação.
Uma jovem de 20 anos foi atendida na urgência com quadro de cefaléia de início súbito, extremamente intensa e leve confusão mental, que em poucos minutos evoluiu para o coma. Apresentava-se afebril e com rigidez de nuca. O diagnóstico clínico seria: