Um homem, de vinte e nove anos de idade, foi internado com quadro de mal-estar, tosse, mialgia e fraqueza generalizada havia três dias. Ele queixava-se de anorexia e náuseas, tendo permanecido em jejum. No segundo dia da doença, ele acordou com dor muscular difusa e fraqueza progressiva, o que culminou em dificuldade para caminhar. No terceiro dia, apresentou urina de coloração escura. O paciente mencionou uso de carbolítio e sertralina havia três anos, para o tratamento de transtorno de humor, e uso de sinvastatina 20 mg havia quatro meses, para o tratamento de dislipidemia familiar. Ao exame físico, verificaram-se diminuição difusa da força muscular (força grau 3 de 5) e dor à palpação muscular. Os exames complementares mostraram CPK de 3.200 U/L (VR: 32 U/L a 294 U/L), as...
Um homem, de vinte e nove anos de idade, foi internado com quadro de mal-estar, tosse, mialgia e fraqueza generalizada havia três dias. Ele queixava-se de anorexia e náuseas, tendo permanecido em jejum. No segundo dia da doença, ele acordou com dor muscular difusa e fraqueza progressiva, o que culminou em dificuldade para caminhar. No terceiro dia, apresentou urina de coloração escura. O paciente mencionou uso de carbolítio e sertralina havia três anos, para o tratamento de transtorno de humor, e uso de sinvastatina 20 mg havia quatro meses, para o tratamento de dislipidemia familiar. Ao exame físico, verificaram-se diminuição difusa da força muscular (força grau 3 de 5) e dor à palpação muscular. Os exames complementares mostraram CPK de 3.200 U/L (VR: 32 U/L a 294 U/L), as...
Um homem, de vinte e nove anos de idade, foi internado com quadro de mal-estar, tosse, mialgia e fraqueza generalizada havia três dias. Ele queixava-se de anorexia e náuseas, tendo permanecido em jejum. No segundo dia da doença, ele acordou com dor muscular difusa e fraqueza progressiva, o que culminou em dificuldade para caminhar. No terceiro dia, apresentou urina de coloração escura. O paciente mencionou uso de carbolítio e sertralina havia três anos, para o tratamento de transtorno de humor, e uso de sinvastatina 20 mg havia quatro meses, para o tratamento de dislipidemia familiar. Ao exame físico, verificaram-se diminuição difusa da força muscular (força grau 3 de 5) e dor à palpação muscular. Os exames complementares mostraram CPK de 3.200 U/L (VR: 32 U/L a 294 U/L), as...
Um homem, de vinte e nove anos de idade, foi internado com quadro de mal-estar, tosse, mialgia e fraqueza generalizada havia três dias. Ele queixava-se de anorexia e náuseas, tendo permanecido em jejum. No segundo dia da doença, ele acordou com dor muscular difusa e fraqueza progressiva, o que culminou em dificuldade para caminhar. No terceiro dia, apresentou urina de coloração escura. O paciente mencionou uso de carbolítio e sertralina havia três anos, para o tratamento de transtorno de humor, e uso de sinvastatina 20 mg havia quatro meses, para o tratamento de dislipidemia familiar. Ao exame físico, verificaram-se diminuição difusa da força muscular (força grau 3 de 5) e dor à palpação muscular. Os exames complementares mostraram CPK de 3.200 U/L (VR: 32 U/L a 294 U/L), as...
Em atendimento em serviço de saúde, um homem de quarenta e dois anos de idade, previamente saudável, referiu que notou surgimento de edema de membros inferiores havia dois meses, o que lhe provocava desconforto nos pés e tornozelos. Percebeu ganho ponderal de cinco quilos e também passou a apresentar cefaleia, sem alterações visuais. Negou palpitações, dor torácica, dispneia ou ortopneia. Não tinha antecedentes patológicos pregressos, tendo referido que, em consulta clínica no ano anterior, sua pressão arterial estava normal. Uma semana antes da consulta, foi à emergência por estar incomodado com o edema, ocasião em que foi constatada hipertensão arterial de 185 mmHg × 110 mmHg. Foram realizados eletrocardiograma, enzimas cardíacas, sumário de urina, hemograma, ureia, creat...
Em atendimento em serviço de saúde, um homem de quarenta e dois anos de idade, previamente saudável, referiu que notou surgimento de edema de membros inferiores havia dois meses, o que lhe provocava desconforto nos pés e tornozelos. Percebeu ganho ponderal de cinco quilos e também passou a apresentar cefaleia, sem alterações visuais. Negou palpitações, dor torácica, dispneia ou ortopneia. Não tinha antecedentes patológicos pregressos, tendo referido que, em consulta clínica no ano anterior, sua pressão arterial estava normal. Uma semana antes da consulta, foi à emergência por estar incomodado com o edema, ocasião em que foi constatada hipertensão arterial de 185 mmHg × 110 mmHg. Foram realizados eletrocardiograma, enzimas cardíacas, sumário de urina, hemograma, ureia, creat...
Homem com vinte e quatro anos de idade foi à emergência com uma história de dor no peito e falta de ar com piora progressiva havia dois dias. Ele descreveu a dor como em aperto subesternal, que ocorria em repouso e era exacerbada pela inspiração profunda e quando ele se deitava de costas e aliviava quando ele se sentava inclinado para a frente. Não havia irradiação para mandíbula, pescoço ou braço esquerdo. Referiu náuseas, vômitos, febre (37,8 °C), mialgia e tosse seca iniciados dois dias antes do início da dor torácica. Ao exame físico, encontrava-se consciente, orientado, cooperativo, afebril. A frequência cardíaca era de 94 bpm, ritmo regular; a pressão arterial de 117 mmHg × 78 mmHg e a frequência respiratória de 18 irpm. À ausculta cardíaca, foi possível identificar um...
Homem com vinte e quatro anos de idade foi à emergência com uma história de dor no peito e falta de ar com piora progressiva havia dois dias. Ele descreveu a dor como em aperto subesternal, que ocorria em repouso e era exacerbada pela inspiração profunda e quando ele se deitava de costas e aliviava quando ele se sentava inclinado para a frente. Não havia irradiação para mandíbula, pescoço ou braço esquerdo. Referiu náuseas, vômitos, febre (37,8 °C), mialgia e tosse seca iniciados dois dias antes do início da dor torácica. Ao exame físico, encontrava-se consciente, orientado, cooperativo, afebril. A frequência cardíaca era de 94 bpm, ritmo regular; a pressão arterial de 117 mmHg × 78 mmHg e a frequência respiratória de 18 irpm. À ausculta cardíaca, foi possível identificar um...
Homem com vinte e quatro anos de idade foi à emergência com uma história de dor no peito e falta de ar com piora progressiva havia dois dias. Ele descreveu a dor como em aperto subesternal, que ocorria em repouso e era exacerbada pela inspiração profunda e quando ele se deitava de costas e aliviava quando ele se sentava inclinado para a frente. Não havia irradiação para mandíbula, pescoço ou braço esquerdo. Referiu náuseas, vômitos, febre (37,8 °C), mialgia e tosse seca iniciados dois dias antes do início da dor torácica. Ao exame físico, encontrava-se consciente, orientado, cooperativo, afebril. A frequência cardíaca era de 94 bpm, ritmo regular; a pressão arterial de 117 mmHg × 78 mmHg e a frequência respiratória de 18 irpm. À ausculta cardíaca, foi possível identificar um...
Homem com vinte e quatro anos de idade foi à emergência com uma história de dor no peito e falta de ar com piora progressiva havia dois dias. Ele descreveu a dor como em aperto subesternal, que ocorria em repouso e era exacerbada pela inspiração profunda e quando ele se deitava de costas e aliviava quando ele se sentava inclinado para a frente. Não havia irradiação para mandíbula, pescoço ou braço esquerdo. Referiu náuseas, vômitos, febre (37,8 °C), mialgia e tosse seca iniciados dois dias antes do início da dor torácica. Ao exame físico, encontrava-se consciente, orientado, cooperativo, afebril. A frequência cardíaca era de 94 bpm, ritmo regular; a pressão arterial de 117 mmHg × 78 mmHg e a frequência respiratória de 18 irpm. À ausculta cardíaca, foi possível identificar um...