Assinale a opção que apresenta o principal ritmo cardíaco inicial observado em atendimento de parada cardíaca em adultos, testemunhada fora de um ambiente hospitalar.
Um homem, com cinquenta e dois anos de idade, foi admitido na sala de emergência com parada cardiorrespiratória – ritmo de fibrilação ventricular. Após dois minutos de realização dos procedimentos de reanimação cardiorrespiratória e uma desfibrilação transtorácica (desfibrilador monofásico) de 360 J, o ritmo permaneceu inalterado. O paciente foi intubado, mantidas as compressões torácicas e obtido acesso venoso. Tendo como base as diretrizes da Associação Americana do Coração (American Heart Association — AHA, 2010) para Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) e Atendimento Cardiovascular de Emergência (ACE), assinale a opção que apresenta a abordagem terapêutica recomendada para esse momento.
A meta a ser atingida nas primeiras seis horas na terapia de ressuscitação de fluidos em pacientes com diagnóstico de choque séptico é de
Com respeito às intervenções terapêuticas utilizadas na abordagem de paciente com diagnóstico de choque séptico que buscam restauração da perfusão capilar periférica, assinale a opção que corresponde a uma intervenção de primeira escolha.
Com relação aos agentes antiplaquetários usados no tratamento de pacientes com diagnóstico de infarto do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST, assinale a opção correta.
Um paciente, removido pelo SAMU e admitido no Setor de Emergência, com histórico de atropelamento, estava clinicamente instável por hipotensão arterial sistêmica, agitação psicomotora, palidez cutâneo-mucosa, frequência cardíaca de 123 bpm, pulso fino, taquipneia, dor e distensão abdominal. Com base nesse quadro clínico e os diversos casos a ele relacionados, assinale a opção correta.
Com relação ao acesso venoso profundo, assinale a opção correta.
A toracocentese é mais utilizada como
Com relação à indicação para drenagem torácica, o dreno deve ser retirado
O uso do manitol no atendimento inicial dos pacientes vitimados por traumatismos cranioencefálicos