2541
Q609066
NÃO constitui preditor clínico de risco elevado em pacientes com angina instável a:
2542
Q609065
No infarto agudo do miocradio do VD, observa-se:
2543
Q609064
No estudo ISIS 2 (Segundo Estudo Internacional de Sobrevivência de Infarto), o maior benefício na redução da mortalidade foi conseguido com:
2544
Q609063
No caso de um paciente branco de 55 anos, admitido na emergência com IAM anterior extenso, dor iniciada há 60 minutos, encontrando-se hipotenso (PA sistólica = 80 mmHg), taquicárdico (FC = 130 bpm) e em franca congestão pulmonar, a conduta mais adequada é:
2545
Q609062
O sopro de Graham Steel ocorre:
2546
Q609061
A droga que mais aumenta a fração de ejeção na insuficiência cardíaca é o(a):
2547
Q609060
Em um paciente com fibrilação atrial crônica e BAV total degenerativo, necessitando de implante de marca-passo definitivo, a melhor opção de estimulação cardíaca artificial é:
2548
Q609059
A terceira bulha cardíaca (B3) se localiza na fase do ciclo cardíaco de:
2549
Q609058
São fármacos que demonstraram redução de mortalidade em pacientes com insuficiência cardíaca sistólica:
2550
Q609057
Constitui contraindicação absoluta ao emprego de fibrinolíticos no infarto agudo do miocárdio:
2551
Q609056
Num paciente jovem que apresenta episódios de síncopes desencadeadas por esforço físico, deve-se suspeitar de:
2552
Q609055
A tríade clássica da pericardite é:
2553
Q609054
A melhor conduta a ser tomada em um paciente estável com fibrilação atrial de alta resposta ventricular de tempo indeterminado é:
2554
Q609053
Constituem critérios maiores para o diagnóstico de endocardite infecciosa:
2555
Q609052
Na estenose mitral grave, são achados frequentes no exame clínico do coração:
2556
Q609051
No infarto agudo do miocárdio (IAM) sem supra do segmento ST, está indicado o uso de:
2557
Q609050
Na estratificação do risco pós-infarto agudo do miocárdio antes da alta hospitalar em um paciente que apresenta disfunção ventricular e dor torácica isquêmica, deve-se realizar:
2558
Q609049
A meta pragmática para a redução da hipertensão arterial no idoso no âmbito do consultório/ambulatório, com o objetivo de reduzir a incidência de desfechos primordiais na proporção prevista pelos estudos de risco, sendo abordagem eficaz para a prevenção de doenças crônicas não transmissíveis, é manter a pressão arterial em: