1431 Q886864
Medicina
Ano: 2020
Banca: IADES
Certa idosa de 70 anos de idade é levada ao consultório médico por familiares, com relato de dor no peito há oito horas. Quanto a comorbidades, ela apresenta hipertensão arterial sistêmica e insuficiência cardíaca. Estava em casa assistindo à televisão quando sentiu uma dor súbita no peito, de moderada intensidade, que piora com a inspiração profunda, irradiando para o dorso, em queimação e associada a palpitações e a falta de ar importante, mesmo em repouso. Nega náuseas e sudorese. Não melhora após tomar dipirona. A dor continua da mesma forma, mas o que levou os familiares a procurarem atendimento foi a piora da falta de ar. Faz uso de losartana, atenolol, espironolactona, AAS e sinvastatina. Nega etilismo e informa que tinha o hábito de tabagismo, mas parou há mais de 10 anos. Tem hist...
1432 Q886863
Medicina
Ano: 2020
Banca: IADES
Certa idosa de 70 anos de idade é levada ao consultório médico por familiares, com relato de dor no peito há oito horas. Quanto a comorbidades, ela apresenta hipertensão arterial sistêmica e insuficiência cardíaca. Estava em casa assistindo à televisão quando sentiu uma dor súbita no peito, de moderada intensidade, que piora com a inspiração profunda, irradiando para o dorso, em queimação e associada a palpitações e a falta de ar importante, mesmo em repouso. Nega náuseas e sudorese. Não melhora após tomar dipirona. A dor continua da mesma forma, mas o que levou os familiares a procurarem atendimento foi a piora da falta de ar. Faz uso de losartana, atenolol, espironolactona, AAS e sinvastatina. Nega etilismo e informa que tinha o hábito de tabagismo, mas parou há mais de 10 anos. Tem hist...
1433 Q886858
Medicina
Ano: 2020
Banca: IADES
Certa idosa de 70 anos de idade é levada ao consultório médico por familiares, com relato de dor no peito há oito horas. Quanto a comorbidades, ela apresenta hipertensão arterial sistêmica e insuficiência cardíaca. Estava em casa assistindo à televisão quando sentiu uma dor súbita no peito, de moderada intensidade, que piora com a inspiração profunda, irradiando para o dorso, em queimação e associada a palpitações e a falta de ar importante, mesmo em repouso. Nega náuseas e sudorese. Não melhora após tomar dipirona. A dor continua da mesma forma, mas o que levou os familiares a procurarem atendimento foi a piora da falta de ar. Faz uso de losartana, atenolol, espironolactona, AAS e sinvastatina. Nega etilismo e informa que tinha o hábito de tabagismo, mas parou há mais de 10 anos. Tem hist...
1434 Q886857
Medicina
Ano: 2020
Banca: IADES
Certa idosa de 70 anos de idade é levada ao consultório médico por familiares, com relato de dor no peito há oito horas. Quanto a comorbidades, ela apresenta hipertensão arterial sistêmica e insuficiência cardíaca. Estava em casa assistindo à televisão quando sentiu uma dor súbita no peito, de moderada intensidade, que piora com a inspiração profunda, irradiando para o dorso, em queimação e associada a palpitações e a falta de ar importante, mesmo em repouso. Nega náuseas e sudorese. Não melhora após tomar dipirona. A dor continua da mesma forma, mas o que levou os familiares a procurarem atendimento foi a piora da falta de ar. Faz uso de losartana, atenolol, espironolactona, AAS e sinvastatina. Nega etilismo e informa que tinha o hábito de tabagismo, mas parou há mais de 10 anos. Tem hist...
1435 Q886856
Medicina
Ano: 2020
Banca: IADES
Certa idosa de 70 anos de idade é levada ao consultório médico por familiares, com relato de dor no peito há oito horas. Quanto a comorbidades, ela apresenta hipertensão arterial sistêmica e insuficiência cardíaca. Estava em casa assistindo à televisão quando sentiu uma dor súbita no peito, de moderada intensidade, que piora com a inspiração profunda, irradiando para o dorso, em queimação e associada a palpitações e a falta de ar importante, mesmo em repouso. Nega náuseas e sudorese. Não melhora após tomar dipirona. A dor continua da mesma forma, mas o que levou os familiares a procurarem atendimento foi a piora da falta de ar. Faz uso de losartana, atenolol, espironolactona, AAS e sinvastatina. Nega etilismo e informa que tinha o hábito de tabagismo, mas parou há mais de 10 anos. Tem hist...
1436 Q886855
Medicina
Ano: 2020
Banca: IADES
Certa idosa de 70 anos de idade é levada ao consultório médico por familiares, com relato de dor no peito há oito horas. Quanto a comorbidades, ela apresenta hipertensão arterial sistêmica e insuficiência cardíaca. Estava em casa assistindo à televisão quando sentiu uma dor súbita no peito, de moderada intensidade, que piora com a inspiração profunda, irradiando para o dorso, em queimação e associada a palpitações e a falta de ar importante, mesmo em repouso. Nega náuseas e sudorese. Não melhora após tomar dipirona. A dor continua da mesma forma, mas o que levou os familiares a procurarem atendimento foi a piora da falta de ar. Faz uso de losartana, atenolol, espironolactona, AAS e sinvastatina. Nega etilismo e informa que tinha o hábito de tabagismo, mas parou há mais de 10 anos. Tem hist...
1437 Q886046
Medicina
Ano: 2020
Banca: IADES

Determinado paciente de 58 anos de idade, tabagista, com histórico de IAM há cinco anos e DM2, em uso de metformina, comparece à consulta com os seguintes exames laboratoriais: glicemia = 136 mg/dL; colesterol HDL = 32 mg/dL; colesterol LDL = 192,3 mg/dL; e creatinina sérica = 1,32 mg/dL. Apresenta medida de PA = 165 mmHg x 102 mmHg, FC = 80 bpm, SatO2 = 92% com níveis tensionais confirmados em duas consultas com mais de quatro semanas entre elas.


Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Entre as drogas de primeira linha para tratamento da hipertensão...

1438 Q885979
Medicina
Ano: 2020
Banca: IADES
Um paciente de 35 anos de idade, com miocardiopatia isquêmica dilatada com fração de ejeção prévia de 30%, encaminha-se à emergência com dor torácica em aperto há sete horas, dispneia importante e sudorese. Foram solicitados exames laboratoriais que demonstraram hemograma normal, função renal e eletrólitos normais. Seu peptídeo natriurético cerebral (BNP) era de 300 pg/mL (valor de referência até 150 pg/dL). Solicitou-se, então, o eletrocardiograma representado na figura a seguir.  

Considerando esse caso clínico, a figura apresentada e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.

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1439 Q885978
Medicina
Ano: 2020
Banca: IADES
Um paciente de 35 anos de idade, com miocardiopatia isquêmica dilatada com fração de ejeção prévia de 30%, encaminha-se à emergência com dor torácica em aperto há sete horas, dispneia importante e sudorese. Foram solicitados exames laboratoriais que demonstraram hemograma normal, função renal e eletrólitos normais. Seu peptídeo natriurético cerebral (BNP) era de 300 pg/mL (valor de referência até 150 pg/dL). Solicitou-se, então, o eletrocardiograma representado na figura a seguir.  

Considerando esse caso clínico, a figura apresentada e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.

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1440 Q885974
Medicina
Ano: 2020
Banca: IADES


Um paciente de 35 anos de idade iniciou com dor torácica de início súbito, febre (38,5 ºC) e dor pleurítica dependente. Foi solicitado um eletrocardiograma que demonstrou infra do segmento PR e supra do segmento ST difuso. Laboratorialmente o paciente apresentava troponina negativa e 10.000 leucócitos.  

Considerando esse caso clínico e com base na imagem apresentada e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


É necessário internar o paciente.