Uma paciente grávida com 39 anos de idade, G4 P3, apresenta-se na emergência da obstetrícia com idade gestacional de 40 semanas, contrações dolorosas regulares e dilatação do colo do útero de 6 cm. Ela é obesa, asmática, com um índice de massa corporal de 32 kg/m². Os pesos ao nascer de seus três outros filhos foram de 3.800 a 4.400 gramas. Ela não tem problemas de saúde, exceto por anemia leve (hematócrito de 30%), identificada no momento de sua pesquisa para diabetes gestacional que deu negativa às 27 semanas de idade gestacional. Duas horas após a chegada ao hospital, ela teve parto vaginal de um bebê saudável de 4.252 g. Trinta e cinco minutos depois do parto, a placenta ainda se mantinha retida dentro do útero e foi extraída manualmente pelo médico. Hemorragia vaginal ...
Uma paciente grávida com 39 anos de idade, G4 P3, apresenta-se na emergência da obstetrícia com idade gestacional de 40 semanas, contrações dolorosas regulares e dilatação do colo do útero de 6 cm. Ela é obesa, asmática, com um índice de massa corporal de 32 kg/m². Os pesos ao nascer de seus três outros filhos foram de 3.800 a 4.400 gramas. Ela não tem problemas de saúde, exceto por anemia leve (hematócrito de 30%), identificada no momento de sua pesquisa para diabetes gestacional que deu negativa às 27 semanas de idade gestacional. Duas horas após a chegada ao hospital, ela teve parto vaginal de um bebê saudável de 4.252 g. Trinta e cinco minutos depois do parto, a placenta ainda se mantinha retida dentro do útero e foi extraída manualmente pelo médico. Hemorragia vaginal ...
Uma gestante de 22 anos de idade, G2 P1, com idade gestacional de 30 semanas, apresentou-se ao obstetra para uma consulta de pré-natal de rotina. Durante ausculta cardíaca fetal com sonar, evidencia-se frequência cardíaca fetal de 240 bpm. Foram solicitados ecografia obstétrica e ecocardiograma fetal, que revelaram hidropisia fetal com ascite e derrame pleural, insuficiência valvar tricúspide moderada a grave, insuficiência mitral leve e função cardíaca diminuída.
Considerando o caso clínico apresentado e os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
Se, nessa gestante, for detectada a presença de anticorpos anti-SS-A/Ro ou anti-SS-B/La, há um risco aumentado no feto para bloqueio cardíaco completo.Uma gestante de 22 anos de idade, G2 P1, com idade gestacional de 30 semanas, apresentou-se ao obstetra para uma consulta de pré-natal de rotina. Durante ausculta cardíaca fetal com sonar, evidencia-se frequência cardíaca fetal de 240 bpm. Foram solicitados ecografia obstétrica e ecocardiograma fetal, que revelaram hidropisia fetal com ascite e derrame pleural, insuficiência valvar tricúspide moderada a grave, insuficiência mitral leve e função cardíaca diminuída.
Considerando o caso clínico apresentado e os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
O esquema mais empregado é o que utiliza digoxina, baseando-se nas doses de ataque e manutenção, monitorando a digoxinemia materna.Uma gestante de 22 anos de idade, G2 P1, com idade gestacional de 30 semanas, apresentou-se ao obstetra para uma consulta de pré-natal de rotina. Durante ausculta cardíaca fetal com sonar, evidencia-se frequência cardíaca fetal de 240 bpm. Foram solicitados ecografia obstétrica e ecocardiograma fetal, que revelaram hidropisia fetal com ascite e derrame pleural, insuficiência valvar tricúspide moderada a grave, insuficiência mitral leve e função cardíaca diminuída.
Considerando o caso clínico apresentado e os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
Esse tipo de arritmia não deve ser encarado como emergência em cardiologia fetal, pois a hidropisia fetal indica bom resultado prognóstico.Uma paciente branca, 25 anos de idade, primigesta, com idade gestacional de 31 semanas e dois dias, procura a emergência de obstetrícia com queixa de contrações uterinas iniciadas há quatro horas, com aumento progressivo de intensidade e frequência e ausência de sensação de perda líquida pela vagina. Ela foi há duas semanas tratada para infecção urinária, mas não lembra qual tratamento foi realizado. Ausência de outras comorbidades durante o pré-natal e de história cirúrgica. Ao exame físico, a paciente apresenta-se afebril, com frequência cardíaca de 80 bpm, frequência respiratória de 19 irpm, saturação de oxigênio de 97%, pressão arterial de 120 mmHg x 80 mmHg, batimento cardiofetal de 140 bpm, com acelerações transitórias à movimentação fetal e dinâmica uterina de uma co...
Uma paciente branca, 25 anos de idade, primigesta, com idade gestacional de 31 semanas e dois dias, procura a emergência de obstetrícia com queixa de contrações uterinas iniciadas há quatro horas, com aumento progressivo de intensidade e frequência e ausência de sensação de perda líquida pela vagina. Ela foi há duas semanas tratada para infecção urinária, mas não lembra qual tratamento foi realizado. Ausência de outras comorbidades durante o pré-natal e de história cirúrgica. Ao exame físico, a paciente apresenta-se afebril, com frequência cardíaca de 80 bpm, frequência respiratória de 19 irpm, saturação de oxigênio de 97%, pressão arterial de 120 mmHg x 80 mmHg, batimento cardiofetal de 140 bpm, com acelerações transitórias à movimentação fetal e dinâmica uterina de uma co...
Uma paciente branca, 25 anos de idade, primigesta, com idade gestacional de 31 semanas e dois dias, procura a emergência de obstetrícia com queixa de contrações uterinas iniciadas há quatro horas, com aumento progressivo de intensidade e frequência e ausência de sensação de perda líquida pela vagina. Ela foi há duas semanas tratada para infecção urinária, mas não lembra qual tratamento foi realizado. Ausência de outras comorbidades durante o pré-natal e de história cirúrgica. Ao exame físico, a paciente apresenta-se afebril, com frequência cardíaca de 80 bpm, frequência respiratória de 19 irpm, saturação de oxigênio de 97%, pressão arterial de 120 mmHg x 80 mmHg, batimento cardiofetal de 140 bpm, com acelerações transitórias à movimentação fetal e dinâmica uterina de uma co...
Uma paciente de 24 anos de idade, nuligesta, procura emergência de ginecologia com queixa de dor em abdome inferior há duas semanas associada a um episódio de temperatura axilar de 38,2 ºC aferida há um dia. Apresenta história de troca de parceiro sexual há um mês, com relações sexuais sem uso de preservativos. Nega alergias ou outras comorbidades. Ao exame físico, apresenta frequência cardíaca de 88 bpm, frequência respiratória de 20 irpm, saturação de oxigênio de 98%, dor no abdome inferior à palpação profunda, dor à palpação de regiões anexiais e dor à mobilização de colo uterino ao toque vaginal além de secreção cervico-vaginal translúcida e inodora ao exame especular.
Considerando o caso clínico apresentado e os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue o...
Uma paciente de 24 anos de idade, nuligesta, procura emergência de ginecologia com queixa de dor em abdome inferior há duas semanas associada a um episódio de temperatura axilar de 38,2 ºC aferida há um dia. Apresenta história de troca de parceiro sexual há um mês, com relações sexuais sem uso de preservativos. Nega alergias ou outras comorbidades. Ao exame físico, apresenta frequência cardíaca de 88 bpm, frequência respiratória de 20 irpm, saturação de oxigênio de 98%, dor no abdome inferior à palpação profunda, dor à palpação de regiões anexiais e dor à mobilização de colo uterino ao toque vaginal além de secreção cervico-vaginal translúcida e inodora ao exame especular.
Considerando o caso clínico apresentado e os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue o...