6871 Q594722
Medicina
Ano: 2017
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)
A diálise peritoneal é uma modalidade de substituição renal que pode ser utilizada na lesão renal aguda. A esse respeito, julgue os próximos itens. Pode ocorrer perda de proteína para o peritônio durante a diálise peritoneal, de modo que se recomenda, para pacientes que a utilizam como terapia substitutiva, a ingesta de, no mínimo, 1,5 gramas/kg de proteína em 24 horas.
6872 Q594721
Medicina
Ano: 2017
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)
A diálise peritoneal é uma modalidade de substituição renal que pode ser utilizada na lesão renal aguda. A esse respeito, julgue os próximos itens. O diagnóstico de peritonite associada ao cateter de diálise peritoneal deve ser suspeitado se houver dor abdominal, dialisato turvo, contagem de leucócitos acima de 100  ou células polimorfonucleares maiores que 50%, sendo necessário que haja fluido na cavidade abdominal por 4 horas.
6873 Q594720
Medicina
Ano: 2017
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)
A nefrotoxicidade associada aos exames complementares pode piorar o estado de lesão renal prévio. Com relação à nefropatia associada aos contrastes e ao gadolíneo, julgue os itens que se seguem. Deve-se administrar, por via oral, duas vezes ao dia, no dia do procedimento e até 24 horas após o exame, uma dose de 1.200 mg de acetilcisteína a pacientes com risco aumentado para nefropatia por contraste.
6874 Q594719
Medicina
Ano: 2017
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)
A nefrotoxicidade associada aos exames complementares pode piorar o estado de lesão renal prévio. Com relação à nefropatia associada aos contrastes e ao gadolíneo, julgue os itens que se seguem. A prevenção de nefropatia associada ao contraste deve ser feita com soro fisiológico associado ao bicarbonato de sódio, e não com soro fisiológico apenas.
6875 Q594718
Medicina
Ano: 2017
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)
A nefrotoxicidade associada aos exames complementares pode piorar o estado de lesão renal prévio. Com relação à nefropatia associada aos contrastes e ao gadolíneo, julgue os itens que se seguem. Tratando-se de pacientes com risco aumentado para nefropatia por contraste — aqueles portadores de insuficiência renal prévia, com diabetes melito e depletados de volume —, a utilização de contraste isosmolar pode minimizar a lesão renal.
6876 Q594717
Medicina
Ano: 2017
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)
A nefrotoxicidade associada aos exames complementares pode piorar o estado de lesão renal prévio. Com relação à nefropatia associada aos contrastes e ao gadolíneo, julgue os itens que se seguem. Em se tratando de pacientes com alteração da função renal com clearance de creatinina menor que 60 mL/min, a utilização do gadolíneo na ressonância nuclear magnética causa esclerose sistêmica nefrogênica.
6877 Q594716
Medicina
Ano: 2017
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)
Com relação à síndrome hepatorrenal, julgue os itens subsequentes. Suspenso diurético, a ausência de melhora da função renal sustentada, após expansão volêmica com cristaloide, sugere presença de síndrome hepatorrenal.
6878 Q594715
Medicina
Ano: 2017
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)
Com relação à síndrome hepatorrenal, julgue os itens subsequentes. Cirrose com ascite e creatinina sérica maior que 1,5 mg/dL devem estar presentes para que se considere o diagnóstico da síndrome hepatorrenal.
6879 Q594714
Medicina
Ano: 2017
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)
Com relação à síndrome hepatorrenal, julgue os itens subsequentes. A síndrome hepatorrenal tipo 1 está relacionada ao pior prognóstico, à ausência de melhora da função renal após melhora da função hepática e à sobrevida de um mês inferior a 50%.
6880 Q594713
Medicina
Ano: 2017
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)
Com relação à síndrome hepatorrenal, julgue os itens subsequentes. O tratamento paliativo para a síndrome hepatorrenal consiste na administração de albumina e terlipressina, e o tratamento definitivo consiste na MARS (molecular adsorbent recirculating system), que possibilita, em um mesmo procedimento, a substituição renal e hepática.