Uma professora do ensino fundamental, de vinte e oito anos de idade, procurou atendimento médico por apresentar dispneia aos médios esforços. O exame físico cardiovascular revelou ictus cordis visível e palpável no 5.º espaço intercostal na linha medioclavicular esquerda; presença de hiperfonese; e desdobramento fisiológico da segunda bulha em foco pulmonar. Na ausculta do foco mitral, observaram-se hiperfonese da primeira bulha, estalido de abertura da mitral e sopro protomesodiastólico — grau III de Levine — associado a reforço pré-sistólico. No exame clínico, não foram observadas outras alterações significativas. Após avaliação clínica e laboratorial, o médico estabeleceu o diagnóstico de cardiopatia reumática crônica, tipo estenose mitral, de moderada intensidade.
Com referên...
Uma professora do ensino fundamental, de vinte e oito anos de idade, procurou atendimento médico por apresentar dispneia aos médios esforços. O exame físico cardiovascular revelou ictus cordis visível e palpável no 5.º espaço intercostal na linha medioclavicular esquerda; presença de hiperfonese; e desdobramento fisiológico da segunda bulha em foco pulmonar. Na ausculta do foco mitral, observaram-se hiperfonese da primeira bulha, estalido de abertura da mitral e sopro protomesodiastólico — grau III de Levine — associado a reforço pré-sistólico. No exame clínico, não foram observadas outras alterações significativas. Após avaliação clínica e laboratorial, o médico estabeleceu o diagnóstico de cardiopatia reumática crônica, tipo estenose mitral, de moderada intensidade.
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Um paciente de quarenta e oito anos de idade procurou atendimento médico queixando-se de sonolência diurna excessiva, ronco alto, pausas respiratórias testemunhadas, engasgos e sono agitado. O exame físico revelou pressão arterial de 150 mmHg × 100 mmHg; frequência cardíaca de 85 bpm; 1,70 m de altura; peso corporal de 118 kg; e palato ogival, sem outras alterações. O exame de polissonografia mostrou índice de apneia-hipopneia por hora (IAH) igual a 25 eventos/hora.
Tendo como referência esse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
O principal diagnóstico para o paciente em questão é síndrome de apneia obstrutiva do sono (SAOS).