Um paciente de vinte e três anos de idade, com quadro de febre reumática desde a infância, compareceu ao atendimento médico queixando-se de dispneia ao subir escadas ou correr havia seis meses, com piora progressiva nos últimos dois meses. O paciente relatou dispneia para realizar atividades habituais, como caminhar mais de cinquenta metros. Ao exame físico, o paciente apresentava-se eupneico, acianótico, normocorado, com frequência respiratória de 20 irpm, pressão arterial de 160 mmHg × 60 mmHg (média de três medidas), frequência cardíaca de 94 bpm, ritmo cardíaco em três tempos (terceira bulha), além de ictus visível e palpável no 6.º espaço intercostal à esquerda na linha axilar anterior. O pulso carotídeo apresentava ascenso rápido e com alta amplitude. Apresentava bulha...
Um paciente de vinte e três anos de idade, com quadro de febre reumática desde a infância, compareceu ao atendimento médico queixando-se de dispneia ao subir escadas ou correr havia seis meses, com piora progressiva nos últimos dois meses. O paciente relatou dispneia para realizar atividades habituais, como caminhar mais de cinquenta metros. Ao exame físico, o paciente apresentava-se eupneico, acianótico, normocorado, com frequência respiratória de 20 irpm, pressão arterial de 160 mmHg × 60 mmHg (média de três medidas), frequência cardíaca de 94 bpm, ritmo cardíaco em três tempos (terceira bulha), além de ictus visível e palpável no 6.º espaço intercostal à esquerda na linha axilar anterior. O pulso carotídeo apresentava ascenso rápido e com alta amplitude. Apresentava bulha...
Uma paciente de setenta e sete anos de idade, diabética havia quinze anos, compareceu ao atendimento médico relatando episódios de dor retroesternal em queimação de moderada intensidade havia um mês e que geralmente surgia quando ela subia escadas ou andava aceleradamente, mas que desaparecia espontaneamente, em menos de cinco minutos, após o término do esforço. A paciente informou que, na última semana antes do atendimento médico, havia observado que tais episódios ocorriam a esforços menores que os habituais, como tomar banho. Um dia antes do atendimento ela teve um episódio de dor semelhante, porém de maior intensidade, que a despertou do sono e que desapareceu em torno de vinte minutos. No momento da consulta, a paciente estava assintomática. Ao exame físico, apresentava...
Uma paciente de setenta e sete anos de idade, diabética havia quinze anos, compareceu ao atendimento médico relatando episódios de dor retroesternal em queimação de moderada intensidade havia um mês e que geralmente surgia quando ela subia escadas ou andava aceleradamente, mas que desaparecia espontaneamente, em menos de cinco minutos, após o término do esforço. A paciente informou que, na última semana antes do atendimento médico, havia observado que tais episódios ocorriam a esforços menores que os habituais, como tomar banho. Um dia antes do atendimento ela teve um episódio de dor semelhante, porém de maior intensidade, que a despertou do sono e que desapareceu em torno de vinte minutos. No momento da consulta, a paciente estava assintomática. Ao exame físico, apresentava...
Uma paciente de setenta e sete anos de idade, diabética havia quinze anos, compareceu ao atendimento médico relatando episódios de dor retroesternal em queimação de moderada intensidade havia um mês e que geralmente surgia quando ela subia escadas ou andava aceleradamente, mas que desaparecia espontaneamente, em menos de cinco minutos, após o término do esforço. A paciente informou que, na última semana antes do atendimento médico, havia observado que tais episódios ocorriam a esforços menores que os habituais, como tomar banho. Um dia antes do atendimento ela teve um episódio de dor semelhante, porém de maior intensidade, que a despertou do sono e que desapareceu em torno de vinte minutos. No momento da consulta, a paciente estava assintomática. Ao exame físico, apresentava...
Um paciente afrodescendente de sessenta e seis anos de idade, hipertenso sem comorbidades e que usava regularmente atenolol 50 mg e enalapril 20 mg, ambos uma vez ao dia, retornou à consulta com os exames solicitados. No dia da consulta, sua pressão arterial era de 162 mmHg × 82 mmHg, semelhantemente às últimas avaliações. A monitorização ambulatorial da pressão arterial de vinte e quatro horas (MAPA) revelou média da pressão arterial de 150 mmHg × 74 mmHg no período total, 160 mmHg × 78 mmHg no período da vigília e 148 mmHg × 68 mmHg no período do sono. Os demais exames de rotina solicitados foram todos normais.
Com relação ao caso clínico precedente, julgue os itens subsequentes.
Dadas as características apresentadas e a sinergia ...