Nas hemorragias agudas, a reposição inicial deve ser com cristaloide e/ou substitutos sintéticos do plasma. O uso de concentrado de hemácias fica reservado para perdas sanguíneas estimadas superiores a:
Os concentrados de hemácias devem ser infundidos preferencialmente em acesso venoso exclusivo, periférico, com tempo de infusão entre 90 a 120 minutos. Em situações especiais, como em pacientes portadores de sobrecarga volêmica ou doença cardíaca grave com insuficiência cardíaca congestiva, o tempo de infusão pode ser mais longo, porém respeitando o limite máximo de:
Em pacientes com anemia crônica e sem sinais de hipóxia tecidual, consistem critérios para transfusão de concentrado de hemácias:
Com o objetivo de reduzir a transmissão de infecção por citomegalovírus em recém-nascidos, deve-se utilizar o concentrado de hemácias:
Para corrigir a deficiência dos fatores de coagulação, restabelecendo a hemostasia, a dose de ataque de plasma fresco congelado é:
De acordo com a RDC ANVISA 23/2002, fica vedada a utilização de crioprecipitados com o intuito de:
Na prática clínica atual, a indicação mais frequente do uso da albumina é nas reposições volêmicas, no seguinte contexto:
Consistem situações clínicas de contraindicação formal para a transfusão de concentrado de plaquetas:
Dentre os fatores de coagulação concentrados, está indicado no tratamento da hemofilia B:
No que diz respeito às reações transfusionais, é correto afirmar que: