381 Q697149
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Ao se reportar sobre a inclusão de alunos com deficiência visual, Souza (1997, apud SONZA, 2013), diz que “a (con)vivência entre indivíduos muito diferentes não é tão fácil. Implica em mudanças institucionais, pedagógicas, metodológicas e pessoais.” Nesse contexto, assinale a alternativa que indica como deve ser o ambiente escolar para os alunos cegos e com baixa visão.
382 Q697148
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
“Com o advento dos softwares para a produção de textos e das impressoras automatizadas, a produção de livros em braile tornou-se mais fácil e rápida. Ao mesmo tempo, obras faladas e digitalizadas, o desenvolvimento de leitores de tela e muitos outros recursos estão tornando mais rápido o acesso à informação e à cultura, e facilitando a educação e profissionalização de pessoas com deficiência visual” (SONZA, 2013). No mundo moderno e virtual em que vivemos, pode-se afirmar, em relação ao sistema braile, que:
383 Q697147
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Em 1912, nos Estados Unidos, um homem chamado Robert J. Atkinson perdeu a visão por acidente. Desapontado com a pouca disponibilidade de livros para cegos, em 1934, ele inventou um sistema que deu origem ao primeiro livro falado, o qual foi por ele batizado de Readophone. Data do período Pós-Guerras, outra inovação neste segmento: a gravação de obras literárias e teatrais destinadas ao entretenimento de soldados que perderam a visão em batalha. Nascia, assim, o audiobook (áudio-livro). De acordo com os estudos de Mattoso (2012), atualmente, o áudio-livro e o livro falado distinguem-se a partir das características de:
384 Q697146
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
“Os Estados Partes assegurarão às pessoas com deficiência a possibilidade de adquirir as competências práticas e sociais necessárias de modo a facilitar às pessoas com deficiência sua plena e igual participação no sistema de ensino e na vida em comunidade”. Entre as medidas apropriadas está incluída a “garantia de que a educação de pessoas, em particular, crianças cegas, surdocegas e surdas, seja ministrada nas línguas e nos modos e meios de comunicação mais adequados ao indivíduo e em ambientes que favoreçam ao máximo seu desenvolvimento acadêmico e social” (BRASIL, 2009). Existem diversas formas de comunicação para atender às pessoas com surdocegueira. Entre elas, pode-se destacar:
385 Q697145
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Áudio-descrição ou audiodescrição? Apesar do Novo Acordo Ortográfico, os estudiosos do tema no Brasil ainda não chegaram a um consenso quanto à grafia da palavra que representa este recurso de Tecnologia Assistiva capaz de transformar a vida de pessoas com deficiência visual em todo o mundo. De acordo com Mattoso (2012), os estudos da áudio-descrição (AD) no Brasil começaram com o Prof. Francisco José de Lima, da Universidade Federal de Pernambuco, responsável pelo primeiro curso de formação de áudio-descritores realizado no país. Esse curso foi denominado, metaforicamente, remetendo à prática da AD, como:
386 Q697144
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Dispositivos legais associados a recursos de Tecnologia Assistiva possibilitam, atualmente, o pleno acesso ao conteúdo de um livro impresso a pessoas com deficiência visual. De acordo com Silva (2014), as palavras que podem ser associadas a “acessível” e “acessável”, são, respectivamente:
387 Q697143
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
De acordo com a Associação Educacional para Múltiplas Deficiências, Libras tátil é uma forma de comunicação simbólica que se caracteriza pelo uso da Libras (Língua Brasileira de Sinais) pela modalidade tátil, ou seja, mão sob mão, e destina-se a um determinado grupo de pessoas com deficiência, a saber:
388 Q697142
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Considerando-se que “a carência de informações sensoriais tão básicas, como aquelas advindas dos sentidos da visão e da audição, fazem com que cada criança, quando exposta a um estímulo, consiga absorver apenas parte dessa informação”, fundamentada em Erikson (2002), Nascimento (2006) destaca que o papel do professor, intérprete ou guia-intérprete junto à criança surdocega será o de:
389 Q697141
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
De acordo com Lima (2010), o audio-descritor “se ocupa do estudo, construção, socialização, oferta e defesa da áudio-descrição”. É um elemento de extrema relevância no processo de inclusão social da pessoa com deficiência visual e deve atuar a partir de alguns princípios, EXCETO:
390 Q697140
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Conforme propõe Lima (2010), “há dois profissionais que devem trabalhar parceiramente na construção e oferta da áudio-descrição: o consultor em áudio-descrição e o áudio-descritor”. O consultor em áudio-descrição (AD) é, então: