Banca:
Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)
A cultura surda se constitui a partir da relação com e entre diversos artefatos que possibilitam aos surdos se reconhecerem como sujeitos pertencentes a uma comunidade que partilha valores, modos de ser, comportamentos e visões de mundo.
Algumas pesquisas apontam estratégias de aprendizagem que são desenvolvidas e utilizadas pelo aprendiz de segunda língua para contornar as dificuldades encontradas no processo de aprendizagem. Oxford (1980) conceitua as estratégias como uma forma de “tornar o aprendizado mais fácil, mais rápido, mais prazeroso, mais autodirecionado e mais transferível a novas situações”. Os estudos apontam seis tipos de estratégias: de memória, cognitivas, de compensação, metacognitivas, afetivas e sociais. Sobre a estratégia metacognitiva, é correto afirmar que
Em seus estudos, Ferreira-Brito pesquisou, identificou e descreveu os classificadores mais produtivos na Língua Brasileira de Sinais. Para essa autora, os classificadores são constituídos por
Na história da Educação de Surdos, destacaram-se duas vertentes de ensino: o oralismo, que privilegiava o ensino da língua oral e proibia o uso da língua de sinais, e o gestualismo, que fazia uso da língua de sinais no ensino e educação de surdos. Considerando essa primeira vertente, assinale a opção em que todos os citados defenderam a corrente educacional que privilegiou o aprendizado da língua oral.
Os diferentes olhares sobre o povo surdo na história, revelam, como explicou Karin Strobel (2008), diferentes representações sobre os sujeitos surdos. Dentre essas representações, há aquela em que os surdos são narrados como sujeitos com experiências visuais, com identidades múltiplas e multifacetadas; a educação de surdos deve considerar a diferença do povo surdo; e a língua de sinais é considerada como manifestação da diferença linguística-cultural relativa aos surdos. Essa representação é comum ao que a autora chama de