761 Q613168
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Núcleo de Concursos da Universidade Federal do Paraná (NC / UFPR)
Karin Strobel, na obra “As imagens do outro sobre a cultura surda” (2009), apresenta a origem etimológica da palavra cultura (do latim colere = cultivar) e tece uma metáfora com o caso dos surdos. Em relação à metáfora do “cultivo” utilizada pela autora, assinale a alternativa correta.
762 Q613167
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Núcleo de Concursos da Universidade Federal do Paraná (NC / UFPR)

Considere o seguinte fragmento:

Assinale a alternativa que demonstra o entendimento do autor quanto às relações entre surdez e linguagem.

763 Q613166
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Núcleo de Concursos da Universidade Federal do Paraná (NC / UFPR)

Sobre os conceitos e campos epistemológicos apresentados por Skliar (1998), que apreendem a educação de surdos em uma visão socioantropológica, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda.

Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.

764 Q613165
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Núcleo de Concursos da Universidade Federal do Paraná (NC / UFPR)

A imagem ao lado ilustra um importante fato histórico de duas pessoas conhecidas pela comunidade surda representado no clássico filme “O milagre de Anne Sullivan”. Sobre a narrativa, assinale a alternativa que descreve a relação entre as duas personagens da imagem.

765 Q613164
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Núcleo de Concursos da Universidade Federal do Paraná (NC / UFPR)

A glosa ao lado se refere ao registro de uma interação em Libras. Baseando-se na transcrição dos sinais, assinale a alternativa correta.

766 Q613163
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Núcleo de Concursos da Universidade Federal do Paraná (NC / UFPR)

Sobre a relação entre língua oral e língua de sinais apontada por Gesser (2009), identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:

( ) A língua de sinais tem estrutura própria e é autônoma, ou seja, independente de qualquer língua oral em sua concepção linguística. Apesar disso, no bimodalismo, a estrutura sintática do português, muitas vezes, é presente durante o uso da Libras.

( ) As marcas de imposição da estrutura do português em falares sinalizados se caracteriza como uma forma de hibridismo e funciona como uma estratégia para aqueles ouvintes que estão iniciando o contato e a aprendizagem da língua de sinais, sendo que a fala oral é inerente à cultura dos ouvintes e, portanto, é difícil desvencilhar-se dela.

( ) As marcas de imposição...

767 Q613162
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Núcleo de Concursos da Universidade Federal do Paraná (NC / UFPR)

Considere o texto abaixo:

No que diz respeito à relação entre estudos linguísticos e línguas de sinais, sob o ponto de vista das autoras, é correto afirmar:

768 Q613161
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Núcleo de Concursos da Universidade Federal do Paraná (NC / UFPR)
Rodrigues e Valente (2011) colocam o uso do espaço como um apontamento útil ao cotidiano do tradutor-intérprete de Libras. As autoras dizem que, por serem línguas espaço-visuais, os usuários das línguas de sinais empregam o espaço linguisticamente. Em relação ao uso do espaço como recurso linguístico, assinale a alternativa que apresenta fenômenos da Libras que estão na base da constituição do sistema pronominal e da concordância verbal.
769 Q613160
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Núcleo de Concursos da Universidade Federal do Paraná (NC / UFPR)

Considere as imagens abaixo, extraídas de Strobel e Fernandes (1998):

 Com base nessas imagens, assinale a alternativa correta.

770 Q613159
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Núcleo de Concursos da Universidade Federal do Paraná (NC / UFPR)

Sobre a constituição do profissional tradutor intérprete, considere as seguintes afirmativas:

1. Vários autores, entre eles Massuti e Santos (2008), argumentam que o processo de tradução se configura para além de aspectos linguísticos, pois requer estratégias que levem em conta não só as subjetividades do tradutor intérprete e da pessoa surda, mas, também, aspectos que são centrais na cultura surda e na cultura ouvinte.

2. Perlin (2006) conceitua o tradutor intérprete de língua de sinais (TILS) como intérprete da cultura, da língua e da história das pessoas surdas. O ato de traduzir/interpretar é fazer parte da história do outro, o outro surdo. E fazer parte significa se colocar à disposição para entender esse outro, os seus afetos e as suas experiências de vida.

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