231 Q613235
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Instituto Federal do Ceará (IFCE / CEFET CE)
Sobre os sinais não manuais nas línguas de sinais, é certo afirmar-se que
232 Q613234
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Instituto Federal do Ceará (IFCE / CEFET CE)
Quanto ao sistema pronominal da Libras, discutido por FERREIRA, Lucinda, em “Por uma gramática de Línguas de Sinais”, é correto revelar-se que
233 Q613233
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Instituto Federal do Ceará (IFCE / CEFET CE)

“Certas CMs (configurações de mãos) são usadas nas línguas de sinais, para representar o tamanho e a forma dos referentes, assim como as características dos movimentos dos seres em um evento...”. FERREIRA, Lucinda. Por uma gramática de Línguas de Sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2010.

Em relação aos classificadores, a autora considera que cada configuração de mão utilizada como classificador é um

234 Q613232
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Instituto Federal do Ceará (IFCE / CEFET CE)

“Em um experimento de comunicação referencial (JORDAN; BATTISON, 1976) com surdos de sete diferentes países, os pesquisadores concluíram que uma língua de sinais não é transparentemente inteligível por surdos monolíngues de outra língua de sinais”. QUADROS, R.; KARNOPP, L. Língua de Sinais Brasileira: Estudos Linguísticos. Artmed, 2004.

Em relação à iconicidade nas línguas de sinais, é correto afirmar-se que

235 Q613231
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Instituto Federal do Ceará (IFCE / CEFET CE)
Sobre os artefatos culturais, de acordo com Strobel (2008), é verdadeiro afirmar-se que
236 Q613230
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Instituto Federal do Ceará (IFCE / CEFET CE)
É possível perceber que a atuação, os procedimentos, as estratégias e o processamento cognitivo dos profissionais de línguas de sinais e de línguas oral-auditivas são, em grande parte, equivalentes. Por isso, hoje em dia, os estudiosos reconhecem que é praticamente impossível refletir sobre teoria e prática dos intérpretes de línguas de sinais, sem que se utilizem as abordagens teóricas pensadas para as línguas oral-auditivas. A Teoria Interpretativa da Tradução, conhecida também como Teoria do Sentido, é um bom exemplo. Ela foi desenvolvida pela intérprete, pesquisadora e professora francesa Danica Seleskovitch, nos anos 1960, e, apesar de muitas críticas, muito de suas ideias pode ser aplicado na interpretação de línguas de sinais. Pensando no momento de origem da Teoria Interpretativa d...
237 Q613229
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Instituto Federal do Ceará (IFCE / CEFET CE)
Ainda sobre a Teoria Interpretativa da Tradução, o principal conceito que ela apresenta é a noção de
238 Q613228
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Instituto Federal do Ceará (IFCE / CEFET CE)
A interpretação exige um grande esforço mental do intérprete. Em geral, são muitas informações que o profissional precisa guardar em sua memória de curto prazo, para retomá-las, quando necessário. Debruçado sobre uma modalidade de interpretação, Daniel Gile desenvolveu a Teoria dos Modelos dos Esforços. O ponto de partida de sua análise foi a interpretação
239 Q613227
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Instituto Federal do Ceará (IFCE / CEFET CE)
Inspirado(a) nas concepções de Schleiermacher (1813) sobre tradução, estabeleceu os conceitos de “Tradução domesticadora” e “Tradução estrangeirizadora”:
240 Q613226
Línguas Outras
Ano: 2017
Banca: Instituto Federal do Ceará (IFCE / CEFET CE)
Ao sistematizar as ideias de Hans Vermeer e de Katharina Reiss, Christiane Nord desenvolveu um modelo de análise textual a ser observado por tradutores. Para esses pesquisadores, a tradução é, sobretudo, um processo que envolve culturas. Como toda ação humana, a tradução também possui objetivos e intenções. A tradução está firmada sobre a óptica funcionalista. Não faz parte do pensamento funcionalista da tradução: