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Q927107
Qual é a principal característica da cultura surda?
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Q927106
De acordo com Quadros (1997), a aquisição da linguagem inicia precocemente, ou seja, assim que o bebê começa a estabelecer relação com o seu meio. Dessa forma, podemos afirmar que os surdos adquirem a linguagem:
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Q927105
Qual é a importância da língua de sinais para a aquisição da linguagem por crianças surdas?
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Q927104
Quando foi regulamentada a profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras)?
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Q927088
As diretrizes instituídas pelo MEC definem o papel do intérprete educacional como: “[...] aquele que atua como profissional intérprete de língua de sinais na educação, intermediando as relações entre os professores e os alunos, bem como, entre os colegas surdos e os colegas ouvintes” (BRASIL, 2003). Na visão de Albres (2015), essa definição está imbuída de uma concepção que reduz o trabalho desse profissional à mera transmissão de conteúdo. A compreensão da tradução como uma reprodução fiel, literal e neutra do original, como atividade que não apresenta nenhuma interferência por parte do tradutor, é apregoada nos estudos da tradução como abordagem:
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Q927087
O tipo de tradução definida por Jakobson (1959) como a transmutação de uma obra de um sistema de signos a outro, transferindo a forma e a tradução entre um sistema verbal e um não verbal, como por exemplo, de um texto para ícones, desenhos, fotos, pinturas, vídeos, cinema e outros, é denominada:
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Q927086
Nos estudos das competências no processo de tradução e interpretação, Aubert (1994) apresenta a necessidade do profissional desenvolver a capacidade de buscar conhecer e se familiarizar com os termos dos diversos universos em que uma atividade de tradução pode ocorrer. Assim, na falta de tal competência na área da mecânica, por exemplo, o tradutor/intérprete deverá aprender a buscar esse conhecimento para melhor clareza da informação. O autor se refere à competência:
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Q927085
De acordo com Albres (2015), a atuação do intérprete educacional transcende o estritamente tradutório, demandando uma preparação específica para esse ambiente de trabalho. Para a autora, as práticas dos intérpretes educacionais incluem:
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Q927084
A constituição profissional do tradutor/intérprete de língua de sinais / língua portuguesa (TILSP) apresenta-se de forma heterogênea nos documentos oficiais, mostrando a dificuldade por parte dos governos quanto às atribuições e funções desse profissional. Albres (2015), em sua pesquisa, identificou 16 diferentes maneiras de denominar esses profissionais. A forma mais recorrente encontrada em documentos oficiais (leis, documentos e livros) é contestada pela autora, pois ocasiona conflitos nas funções a serem desenvolvidas em contexto escolar. A denominação questionada pela autora é:
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Q927083
Lacerda (2010) aponta que muitos autores defendem a ideia de que tradução e interpretação são conceitos que se remetem a tarefas distintas. Segundo a autora, as tarefas próprias da interpretação envolvem: