Questões sobre Ministério da Saúde - MS

Considerando o Programa Nacional de Controle do Tabagismo, assinale a alternativa correta.
  • A. A abordagem breve/mínima (PAAP), que consiste em perguntar e avaliar, aconselhar e preparar o fumante para que deixe de fumar, deve ser realizada obrigatoriamente por profissional capacitado na terapia cognitivo comportamental.
  • B. O método eficaz para cessação de fumar, preconizado pelo Programa de Controle do Tabagismo, está pautado na abordagem sistêmica familiar.
  • C. A ocorrência de uma recaída é critério de exclusão do participante do grupo de controle do tabagismo.
  • D. O grau de dependência de nicotina do paciente pode ser avaliado através do teste de Fagerström.
  • E. Quanto maior for o tempo dedicado em cada abordagem do fumante, maior a taxa de cessação, havendo, a partir de um tempo total de abordagem de 90 minutos, aumento adicional da taxa de abstinência.
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O Ministério da Saúde definiu o “Pacto pela Vida” como um conjunto de compromissos sanitários objetivando o enfrentamento das situações de saúde de maior impacto na morbimortalidade da população brasileira. Dessa forma foi elencada uma série de compromissos pelos gestores nas três esferas de governo. Assim, assinale abaixo as áreas que foram priorizadas.

I. Atenção à Saúde do Idoso e às Pessoas com Deficiência.

II. Redução da Mortalidade Infantil e Materna e Controle do Câncer de Colo de Útero e de Mama.

III. Tratamento das Infecções Respiratórias Agudas (IRA) e Crônicas (DPOCs e outras).

IV. Saúde do Trabalhador e Saúde do Homem.

V. Saúde Mental e Doenças Infecto-Parasitárias.

  • A. Somente as afirmativas I, II e III estão corretas.
  • B. Somente as afirmativas I, II e IV estão corretas.
  • C. Somente as afirmativas I, IV e V estão corretas.
  • D. Apenas a afirmativa III está incorreta.
  • E. Todas as afirmativas estão corretas.
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Considerando a Portaria nº. 154/GM, de 24 de janeiro de 2008, que cria os Núcleos de Apoio à Saúde da Família – NASF, assinale a alternativa INCORRETA.
  • A. A responsabilização compartilhada entre as equipes Saúde da Família e a equipe do NASF na comunidade prevê a revisão da prática do encaminhamento com base nos processos de referência e contrarreferência, ampliando-a para um processo de acompanhamento longitudinal de responsabilidade da equipe de Atenção Básica/Saúde da Família, atuando no fortalecimento de seus atributos e no papel de coordenação do cuidado no SUS.
  • B. Os NASF constituem-se em porta de entrada do sistema e devem atuar de forma integrada à rede de serviços de saúde, a partir das demandas identificadas no trabalho conjunto com as equipes Saúde da Família.
  • C. Os NASF devem buscar instituir a plena integralidade do cuidado físico e mental aos usuários do SUS por intermédio da qualificação e complementaridade do trabalho das Equipes Saúde da Família – ESF.
  • D. Os NASF devem funcionar em horário de trabalho coincidente com o das equipes de Saúde da Família, e que a carga horária dos profissionais do NASF considerados para repasse de recursos federais seja de, no mínimo, 40 (quarenta) horas semanais.
  • E. Estabelecer que os Núcleos de Apoio à Saúde da Família – NASF constituídos por equipes compostas por profissionais de diferentes áreas de conhecimento, atuem em parceria com os profissionais das Equipes Saúde da Família – ESF, compartilhando as práticas em saúde nos territórios sob responsabilidade das ESF, atuando diretamente no apoio às equipes e na unidade na qual o NASF está cadastrado.
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Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde e a REDE Interagencial de Informação para a Saúde, a construção da matriz de indicadores pautou-se nos critérios de relevância para a compreensão da situação de saúde, suas causas e consequências; validade para orientar decisões de política e apoiar o controle social; identidade com processos de gestão do SUS e disponibilidade de fontes regulares. Esses critérios se mantêm no processo de revisão e atualização periódicas da matriz que resulta em eventuais alterações, acréscimos e supressões de indicadores. Por esse motivo, a consistência da série histórica disponibilizada demanda atenção constante. Convencionou-se classificar os indicadores subconjuntos temáticos. São eles,
  • A. demográficos, socioeconômicos, mortalidade, morbidade e fatores de risco, recursos e cobertura.
  • B. demográficos, mortalidade, morbidade, recursos e cobertura.
  • C. censo, mortalidade, morbidade, recursos e cobertura.
  • D. morbidade e fatores de risco, recursos e cobertura e unidade geográfica.
  • E. demográficos, socioeconômicos, unidade geográfica e censo.
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De acordo com a Portaria nº 3.125, de 7 de outubro de 2010, que aprova as Diretrizes para Vigilância, Atenção e Controle da Hanseníase, o esquema terapêutico para o adulto é:
  • A. para casos multibacilares, usa-se rifampicina com dose mensal de 600 mg com administração supervisionada; dapsona com dose mensal de 100 mg supervisionada e uma dose diária de 100 mg autoadministrada; e clofazimina com dose mensal de 300 mg com administração supervisionada e uma dose diária de 50 mg autoadministrada; com duração de 12 doses.
  • B. para casos paucibacilares, usa-se rifampicina com dose mensal de 600 mg com administração supervisionada; e dapsona com dose mensal de 100 mg supervisionada e uma dose diária de 50 mg autoadministrada, com duração de 12 doses.
  • C. para casos paucibacilares, usa-se rifampicina com dose mensal de 600 mg com administração supervisionada; dapsona com dose mensal de 300 mg supervisionada e uma dose diária de 50 mg autoadministrada com duração de 6 doses; e penicilina benzatina 5.000.000 UI em dose única.
  • D. para casos multibacilares, usa-se rifampicina com dose mensal de 600 mg com administração supervisionada; dapsona com dose mensal de 100 mg supervisionada e uma dose diária de 100 mg autoadministrada; e clofazimina com dose mensal de 300 mg com administração supervisionada e uma dose diária de 150 mg autoadministrada; com duração de 24 doses.
  • E. tanto nos casos paucibacilares como multibacilares, o esquema terapêutico é rifampicina com dose mensal de 600 mg com administração supervisionada; dapsona com dose mensal de 100 mg supervisionada e uma dose diária de 50 mg autoadministrada; e clofazimina com dose mensal de 150 mg com administração supervisionada e uma dose diária de 50 mg autoadministrada. A diferença é que nos paucibacilares tem duração de 6 doses e nos multibacilares de 24 doses.
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