O Manual de Redação da Folha de S. Paulo (1996), ao descrever o item “classificação das fontes”, revela que o objetivo é “hierarquizar as fontes de informação é fundamental na atividade jornalística. Cabe ao profissional, apoiado em critérios de bom senso, determinar o grau de confiabilidade de suas fontes e que uso fazer das informações que lhe passam. A Folha distingue quatro tipos de fontes. As informações obtidas de cada uma delas exigem procedimentos diferentes antes da preparação do texto final”. Sobre os quatro tipos de fontes definidas pela Folha de S. Paulo, assinale a alternativa incorreta.
“As maiores alterações decorrentes da utilização da nova tecnologia digital irão, necessariamente, afetar as estruturas físicas dos jornais e, em especial, das editorias de fotografia. Além disso, os próprios conceitos e técnicas fotojornalísticas acabam, necessariamente, sofrendo revisões para se adaptarem à nova forma de fotografar.” (FELZ, 2008). A partir dessa análise do pesquisador Jorge Felz sobre as perspectivas do fotojornalismo a partir da internet, analise as afirmativas abaixo.
I. A linguagem fotográfica sofreu alterações a partir do digital. No universo analógico, em um filme de 35mm, as dimensões do negativo são de 24 x 36mm e a relação entre largura e altura é de 1:...
“Há uma grande resistência, por parte dos acadêmicos, em aprender as regras da estruturação dos programas de TV, sejam eles destinados ao jornalismo ou à produção publicitária. Esse fato torna a primeira parte das disciplinas que se destinam a introduzir as regras e técnicas da criação e produção audiovisual um pouco desinteressantes para os alunos, que desejam iniciar de imediato os trabalhos práticos porque não consideram a elaboração dos roteiros um trabalho prático e interessante.” (ABREU, 2010)
“O formato do script que está na tela dos terminais é uma reprodução da lauda especial para telejornalismo com espaços próprios para todas as informações necessárias que vão ser usadas na exibição de programas: marcaç...
“A entrevista é uma prática situada nos alicerces de praticamente toda a atividade jornalística. É rara a matéria, em qualquer meio jornalístico, que não tenha tido como ponto de partida a consulta a determinada fonte. Ela configura -se como atividade conversacional, que, por sua vez, é a mais cotidiana das práticas comunicacionais humanas. De modo que seu estudo situa -se, assim, na raiz tanto da atividade jornalística como da própria comunicação interpessoal.” (FIRMO, 2004). Entretanto, a maioria das pesquisas e reflexões sobre o fenômeno da entrevista se atêm mais ao aspecto tecnicista, pouco se focando na relação entre entrevistador e entrevistado, ou melhor, em como a existência de um terceiro vértice, o público, faz com que, muitas vezes, repórter e ...
( ) Os textos opinativos, em geral, se originam em algum acontecimento noticiado pelos textos informativos.
( ) O jornalismo interpretativo, poder ser apresentado nos formatos: comentário e resenha.
( ) O gênero diversional ou jornalismo de serviço tem o propósito de orientar o leitor, seja para o consumo de bens simbólicos, para o lazer e a cidadania.
( ) Duas características básicas definem um gênero: sua aptidão para agrupar diferentes formatos – todos com caracteres comuns, embora diferentes entre si – e sua função social.
I. Sua realização limita-se a casos extraordinários, especialmente em situações emergenciais e de crise, quando muitos jornalistas procuram a organização sobre o mesmo tema.
II. Agenda-se previamente o melhor dia e em horário conveniente para a maioria dos veículos e que não coincida com outra coletiva, onde a coordenação da entrevista é realizada pelos jornalistas.
III. É comum, após a coletiva propriamente dita, a fonte atender a mídia eletrônica (rádio e TV) para gravar um depoimento, reafirmando o que disse antes.