Segundo a pesquisadora Tamara de Souza Campos (2019), o longform é um formato de produção de conteúdo jornalístico para a internet, “que envolve uma extensão de texto e profundidade tanto na apuração quanto na fruição do leitor, se diferenciando da narrativa padrão do online, com fotos, vídeos, infográficos, animações e jogos. (...) É importante lembrarmos que há semelhanças entre o longform, o qual pressupõe um tempo diferenciado na apuração e produção do produto jornalístico, e a ideia da grande reportagem, típica do impresso, mas presente em outras mídias. A preocupação em elaborar materiais jornalísticos diferenciados em termos de qualidade de informação e atrativo estético acompanha o jornalismo há décadas. A novidade do longform é trazer esse nível d...
“Acreditamos que, sem o estudo dos ______, não será possível desenvolver produtos jornalísticos para a web que efetivamente apresentem narrativas jornalísticas ______. Os bancos de dados informatizados são capazes de armazenar um volume muito grande de informações digitais em diversos formatos (vídeo, áudio, infográficos multimídia). Sua capacidade de estabelecer relações entre essas ______ também é imensa, porém se faz necessário programá-lo e para realizar tal tarefa – cuja alimentação acontece através da ferramenta de publicação - de maneira eficiente e inovadora para o ______, são necessários conhecimentos aprofundados sobre o papel dos links nas narrativas jornalísticas” (MIELNICZUK, 2005)
O “furo jornalístico” corresponde a uma informação que é publicada com exclusividade, se antecipando aos demais veículos de comunicação. Tal iniciativa, por muitos anos foi uma verdadeira obsessão de jornalistas e principais das empresas, como forma de se destacar da concorrência. Entretanto, com a popularização da internet e o desenvolvimento do jornalismo digital, houve uma significativa mudança na postura de veículos de comunicação e jornalistas com relação ao “furo” (SILVA, 2016). Analise as afirmativas abaixo.
I. A exclusividade, apesar de ainda ser cobiçada, passa a conviver nas redações com o compartilhamento e reprodução, por vezes integral, de conteúdos produzidos por ou...
“Com as plataformas digitais, (...) desenharam-se novas maneiras de produzir, difundir e receber informações de caráter jornalístico. Potencializadas pela multimidialidade, hipertextualidade, interatividade, memória, instantaneidade, personalização e ubiquidade (CANAVILHAS, 2014), que alteraram a própria natureza do conteúdo produzido para ser consumido em diferentes plataformas. O design integrado a esse contexto incorporou demandas como a arquitetura da informação, o design de interfaces e de interação” (GRUSZYNSKI et al, 2016). A partir dessa reflexão, sobre o desenvolvimento do design no jornalismo, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) A...
O jornalista norte-americano Ivy Lee é considerado o inventor, em 1906, dessa atividade especializada que hoje chamamos de Assessoria de Imprensa. Na época, ele criou e utilizou técnicas para reverter a imagem negativa do empresário e investidor John Rockfeller diante da mídia e opinião pública. Lee foi tão brilhante na atuação e aplicação desse “novo” braço do jornalismo, que, anos depois, fundou a primeira escola de Relações Públicas em nível mundial de que se tem notícias. Sobre o comunicado que Lee enviou aos editores-chefes dos principais veículos de comunicação norte-americanos e que serviram de base para a nova atividade jornalística de Assessoria de Imprensa, analise as afirmativas abaixo.