The book is inspired by the Petavatthu, a Theravada Buddhist scripture that includes stories about the realm of the “hungry ghosts,” a category of supernatural beings ubiquitous in East and South Asian religions,...
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Q1093409
Gabriele Tinti’s Hungry Ghosts is a cycle of 51 poems written in collaboration with the photographer Roger Ballen, whose photographic negatives are reproduced in the book. The images are mostly terrifying, in keeping with the otherworldly inclination of the poems. This bilingual edition includes Tinti’s original Italian poems with English translations by David Graham, interspersed with Greek lines taken from inscriptions found on archaeological objects and from ancient Greek texts.
The book is inspired by the Petavatthu, a Theravada Buddhist scripture that includes stories about the realm of the “hungry ghosts,” a category of supernatural beings ubiquitous in East and South Asian religions,...
The book is inspired by the Petavatthu, a Theravada Buddhist scripture that includes stories about the realm of the “hungry ghosts,” a category of supernatural beings ubiquitous in East and South Asian religions,...
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Q1093408
Gabriele Tinti’s Hungry Ghosts is a cycle of 51 poems written in collaboration with the photographer Roger Ballen, whose photographic negatives are reproduced in the book. The images are mostly terrifying, in keeping with the otherworldly inclination of the poems. This bilingual edition includes Tinti’s original Italian poems with English translations by David Graham, interspersed with Greek lines taken from inscriptions found on archaeological objects and from ancient Greek texts.
The book is inspired by the Petavatthu, a Theravada Buddhist scripture that includes stories about the realm of the “hungry ghosts,” a category of supernatural beings ubiquitous in East and South Asian religions,...
The book is inspired by the Petavatthu, a Theravada Buddhist scripture that includes stories about the realm of the “hungry ghosts,” a category of supernatural beings ubiquitous in East and South Asian religions,...
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Q1093392
O hábito de buscar referências na língua materna pode ser uma das principais armadilhas no aprendizado de um novo idioma. Embora a língua inglesa esteja presente em boa parte do mundo por meio da Internet, dos livros, dos filmes e das séries, para muitas pessoas a compreensão do idioma ainda é um bicho de sete cabeças. Por esse motivo, é comum ouvir queixas durante as aulas como “não consigo aprender inglês” ou “inglês não é para mim”.
A diferença da língua materna é o que mais causa dificuldade para os estudantes lusófonos, principalmente pelo fato de a principal origem do português ser o latim e a do inglês ser o anglo-saxão. Essa disparidade causa impactos no som, na escrita e na estrutu...
A diferença da língua materna é o que mais causa dificuldade para os estudantes lusófonos, principalmente pelo fato de a principal origem do português ser o latim e a do inglês ser o anglo-saxão. Essa disparidade causa impactos no som, na escrita e na estrutu...
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Q1093391
O hábito de buscar referências na língua materna pode ser uma das principais armadilhas no aprendizado de um novo idioma. Embora a língua inglesa esteja presente em boa parte do mundo por meio da Internet, dos livros, dos filmes e das séries, para muitas pessoas a compreensão do idioma ainda é um bicho de sete cabeças. Por esse motivo, é comum ouvir queixas durante as aulas como “não consigo aprender inglês” ou “inglês não é para mim”.
A diferença da língua materna é o que mais causa dificuldade para os estudantes lusófonos, principalmente pelo fato de a principal origem do português ser o latim e a do inglês ser o anglo-saxão. Essa disparidade causa impactos no som, na escrita e na estrutu...
A diferença da língua materna é o que mais causa dificuldade para os estudantes lusófonos, principalmente pelo fato de a principal origem do português ser o latim e a do inglês ser o anglo-saxão. Essa disparidade causa impactos no som, na escrita e na estrutu...
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Q1093390
O hábito de buscar referências na língua materna pode ser uma das principais armadilhas no aprendizado de um novo idioma. Embora a língua inglesa esteja presente em boa parte do mundo por meio da Internet, dos livros, dos filmes e das séries, para muitas pessoas a compreensão do idioma ainda é um bicho de sete cabeças. Por esse motivo, é comum ouvir queixas durante as aulas como “não consigo aprender inglês” ou “inglês não é para mim”.
A diferença da língua materna é o que mais causa dificuldade para os estudantes lusófonos, principalmente pelo fato de a principal origem do português ser o latim e a do inglês ser o anglo-saxão. Essa disparidade causa impactos no som, na escrita e na estrutu...
A diferença da língua materna é o que mais causa dificuldade para os estudantes lusófonos, principalmente pelo fato de a principal origem do português ser o latim e a do inglês ser o anglo-saxão. Essa disparidade causa impactos no som, na escrita e na estrutu...
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Q1093389
O hábito de buscar referências na língua materna pode ser uma das principais armadilhas no aprendizado de um novo idioma. Embora a língua inglesa esteja presente em boa parte do mundo por meio da Internet, dos livros, dos filmes e das séries, para muitas pessoas a compreensão do idioma ainda é um bicho de sete cabeças. Por esse motivo, é comum ouvir queixas durante as aulas como “não consigo aprender inglês” ou “inglês não é para mim”.
A diferença da língua materna é o que mais causa dificuldade para os estudantes lusófonos, principalmente pelo fato de a principal origem do português ser o latim e a do inglês ser o anglo-saxão. Essa disparidade causa impactos no som, na escrita e na estrutu...
A diferença da língua materna é o que mais causa dificuldade para os estudantes lusófonos, principalmente pelo fato de a principal origem do português ser o latim e a do inglês ser o anglo-saxão. Essa disparidade causa impactos no som, na escrita e na estrutu...
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Q1093388
O hábito de buscar referências na língua materna pode ser uma das principais armadilhas no aprendizado de um novo idioma. Embora a língua inglesa esteja presente em boa parte do mundo por meio da Internet, dos livros, dos filmes e das séries, para muitas pessoas a compreensão do idioma ainda é um bicho de sete cabeças. Por esse motivo, é comum ouvir queixas durante as aulas como “não consigo aprender inglês” ou “inglês não é para mim”.
A diferença da língua materna é o que mais causa dificuldade para os estudantes lusófonos, principalmente pelo fato de a principal origem do português ser o latim e a do inglês ser o anglo-saxão. Essa disparidade causa impactos no som, na escrita e na estrutu...
A diferença da língua materna é o que mais causa dificuldade para os estudantes lusófonos, principalmente pelo fato de a principal origem do português ser o latim e a do inglês ser o anglo-saxão. Essa disparidade causa impactos no som, na escrita e na estrutu...
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Q1091014
Many believe the Internet negatively affects mental health, but a new study challenges this assumption. Conducted by Dr. Matti Vuorre and his team at Tilburg University and published in Technology, Mind, and Behavior magazine, the study analyzed data from more than two million people across 168 countries. The findings suggest that those who have Internet access and actively use it report higher well-being across areas like life satisfaction, social life, and economic stability. Remarkably, 85% of the data analyses revealed that Internet users generally experience greater well-being than non-users. Dr. Vuorre emphasized that although Internet use is often blamed for mental health issues, this large-scale study suggests a positive correlation b...
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Q1091013
Many believe the Internet negatively affects mental health, but a new study challenges this assumption. Conducted by Dr. Matti Vuorre and his team at Tilburg University and published in Technology, Mind, and Behavior magazine, the study analyzed data from more than two million people across 168 countries. The findings suggest that those who have Internet access and actively use it report higher well-being across areas like life satisfaction, social life, and economic stability. Remarkably, 85% of the data analyses revealed that Internet users generally experience greater well-being than non-users. Dr. Vuorre emphasized that although Internet use is often blamed for mental health issues, this large-scale study suggests a positive correlation b...
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Q1091012
Many believe the Internet negatively affects mental health, but a new study challenges this assumption. Conducted by Dr. Matti Vuorre and his team at Tilburg University and published in Technology, Mind, and Behavior magazine, the study analyzed data from more than two million people across 168 countries. The findings suggest that those who have Internet access and actively use it report higher well-being across areas like life satisfaction, social life, and economic stability. Remarkably, 85% of the data analyses revealed that Internet users generally experience greater well-being than non-users. Dr. Vuorre emphasized that although Internet use is often blamed for mental health issues, this large-scale study suggests a positive correlation b...