321 Q1093477
Língua Inglesa Ensino da Língua Estrangeira Inglesa
Ano: 2025
Banca: CESPE / CEBRASPE
        Em muitas partes do mundo, a maioria dos utilizadores do inglês como língua franca é formada por não nativos que não dominam a gramática padrão e aspectos do seu léxico e de sua pronúncia. Conceber o inglês como o idioma da globalização na sua função de língua franca desestabiliza conceitos reducionistas que sempre limitaram língua a padrões subjetivos. As características do inglês como língua franca, potencialmente, contestam as questões mitológicas da pronúncia correta e desorganiza, entre vários aspectos, a ideia estapafúrdia de uma suposta hierarquia cultural.
Denise Scheyerl, Kelly Barros e Diogo Oliveira do Espírito Santo. A perspectiva intercultural para o ensino de línguas: propostas e desafios, 2014 (com adaptações). ...
322 Q1093476
Língua Inglesa Ensino da Língua Estrangeira Inglesa
Ano: 2025
Banca: CESPE / CEBRASPE
        Em muitas partes do mundo, a maioria dos utilizadores do inglês como língua franca é formada por não nativos que não dominam a gramática padrão e aspectos do seu léxico e de sua pronúncia. Conceber o inglês como o idioma da globalização na sua função de língua franca desestabiliza conceitos reducionistas que sempre limitaram língua a padrões subjetivos. As características do inglês como língua franca, potencialmente, contestam as questões mitológicas da pronúncia correta e desorganiza, entre vários aspectos, a ideia estapafúrdia de uma suposta hierarquia cultural.
Denise Scheyerl, Kelly Barros e Diogo Oliveira do Espírito Santo. A perspectiva intercultural para o ensino de línguas: propostas e desafios, 2014 (com adaptações). ...
323 Q1093475
Língua Inglesa Ensino da Língua Estrangeira Inglesa
Ano: 2025
Banca: CESPE / CEBRASPE
        Em muitas partes do mundo, a maioria dos utilizadores do inglês como língua franca é formada por não nativos que não dominam a gramática padrão e aspectos do seu léxico e de sua pronúncia. Conceber o inglês como o idioma da globalização na sua função de língua franca desestabiliza conceitos reducionistas que sempre limitaram língua a padrões subjetivos. As características do inglês como língua franca, potencialmente, contestam as questões mitológicas da pronúncia correta e desorganiza, entre vários aspectos, a ideia estapafúrdia de uma suposta hierarquia cultural.
Denise Scheyerl, Kelly Barros e Diogo Oliveira do Espírito Santo. A perspectiva intercultural para o ensino de línguas: propostas e desafios, 2014 (com adaptações).

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324 Q1093474
Língua Inglesa Ensino da Língua Estrangeira Inglesa
Ano: 2025
Banca: CESPE / CEBRASPE
        Em muitas partes do mundo, a maioria dos utilizadores do inglês como língua franca é formada por não nativos que não dominam a gramática padrão e aspectos do seu léxico e de sua pronúncia. Conceber o inglês como o idioma da globalização na sua função de língua franca desestabiliza conceitos reducionistas que sempre limitaram língua a padrões subjetivos. As características do inglês como língua franca, potencialmente, contestam as questões mitológicas da pronúncia correta e desorganiza, entre vários aspectos, a ideia estapafúrdia de uma suposta hierarquia cultural.
Denise Scheyerl, Kelly Barros e Diogo Oliveira do Espírito Santo. A perspectiva intercultural para o ensino de línguas: propostas e desafios, 2014 (com adaptações). ...
325 Q1093473
Língua Inglesa Ensino da Língua Estrangeira Inglesa
Ano: 2025
Banca: CESPE / CEBRASPE
        Em muitas partes do mundo, a maioria dos utilizadores do inglês como língua franca é formada por não nativos que não dominam a gramática padrão e aspectos do seu léxico e de sua pronúncia. Conceber o inglês como o idioma da globalização na sua função de língua franca desestabiliza conceitos reducionistas que sempre limitaram língua a padrões subjetivos. As características do inglês como língua franca, potencialmente, contestam as questões mitológicas da pronúncia correta e desorganiza, entre vários aspectos, a ideia estapafúrdia de uma suposta hierarquia cultural.
Denise Scheyerl, Kelly Barros e Diogo Oliveira do Espírito Santo. A perspectiva intercultural para o ensino de línguas: propostas e desafios, 2014 (com adaptações). ...
326 Q1093471
Língua Inglesa Ensino da Língua Estrangeira Inglesa
Ano: 2025
Banca: CESPE / CEBRASPE
        As origens teóricas da perspectiva reflexiva sobre a prática remontam a John Dewey, que, na década de 30 do século passado, definiu ação reflexiva como o exame ativo, voluntário, persistente e rigoroso de nossas crenças e ações, à luz dos fundamentos que as sustentam e das consequências a que conduzem. Ao caracterizar a reflexão como uma forma especializada de pensar, Dewey a diferencia do ato de rotina, que, embora fundamental ao ser humano, é guiado por impulso, hábito, tradição ou submissão à autoridade. A reflexão, ao contrário, baseia-se na vontade, no pensamento, em atitudes de questionamento e curiosidade.
Rosane Rocha Pessoa. A reflexão interativa como instrumento de desenvolvimento profissional: um estudo com professores de ing...
327 Q1093470
Língua Inglesa Ensino da Língua Estrangeira Inglesa
Ano: 2025
Banca: CESPE / CEBRASPE
        As origens teóricas da perspectiva reflexiva sobre a prática remontam a John Dewey, que, na década de 30 do século passado, definiu ação reflexiva como o exame ativo, voluntário, persistente e rigoroso de nossas crenças e ações, à luz dos fundamentos que as sustentam e das consequências a que conduzem. Ao caracterizar a reflexão como uma forma especializada de pensar, Dewey a diferencia do ato de rotina, que, embora fundamental ao ser humano, é guiado por impulso, hábito, tradição ou submissão à autoridade. A reflexão, ao contrário, baseia-se na vontade, no pensamento, em atitudes de questionamento e curiosidade.
Rosane Rocha Pessoa. A reflexão interativa como instrumento de desenvolvimento profissional: um estudo com professores de ing...
328 Q1093469
Língua Inglesa Ensino da Língua Estrangeira Inglesa
Ano: 2025
Banca: CESPE / CEBRASPE
        As origens teóricas da perspectiva reflexiva sobre a prática remontam a John Dewey, que, na década de 30 do século passado, definiu ação reflexiva como o exame ativo, voluntário, persistente e rigoroso de nossas crenças e ações, à luz dos fundamentos que as sustentam e das consequências a que conduzem. Ao caracterizar a reflexão como uma forma especializada de pensar, Dewey a diferencia do ato de rotina, que, embora fundamental ao ser humano, é guiado por impulso, hábito, tradição ou submissão à autoridade. A reflexão, ao contrário, baseia-se na vontade, no pensamento, em atitudes de questionamento e curiosidade.
Rosane Rocha Pessoa. A reflexão interativa como instrumento de desenvolvimento profissional: um estudo com professores de ing...
329 Q1093468
Língua Inglesa Ensino da Língua Estrangeira Inglesa
Ano: 2025
Banca: CESPE / CEBRASPE
        As origens teóricas da perspectiva reflexiva sobre a prática remontam a John Dewey, que, na década de 30 do século passado, definiu ação reflexiva como o exame ativo, voluntário, persistente e rigoroso de nossas crenças e ações, à luz dos fundamentos que as sustentam e das consequências a que conduzem. Ao caracterizar a reflexão como uma forma especializada de pensar, Dewey a diferencia do ato de rotina, que, embora fundamental ao ser humano, é guiado por impulso, hábito, tradição ou submissão à autoridade. A reflexão, ao contrário, baseia-se na vontade, no pensamento, em atitudes de questionamento e curiosidade.
Rosane Rocha Pessoa. A reflexão interativa como instrumento de desenvolvimento profissional: um estudo com professores de ing...
330 Q1093467
Língua Inglesa Ensino da Língua Estrangeira Inglesa
Ano: 2025
Banca: CESPE / CEBRASPE
        As origens teóricas da perspectiva reflexiva sobre a prática remontam a John Dewey, que, na década de 30 do século passado, definiu ação reflexiva como o exame ativo, voluntário, persistente e rigoroso de nossas crenças e ações, à luz dos fundamentos que as sustentam e das consequências a que conduzem. Ao caracterizar a reflexão como uma forma especializada de pensar, Dewey a diferencia do ato de rotina, que, embora fundamental ao ser humano, é guiado por impulso, hábito, tradição ou submissão à autoridade. A reflexão, ao contrário, baseia-se na vontade, no pensamento, em atitudes de questionamento e curiosidade.
Rosane Rocha Pessoa. A reflexão interativa como instrumento de desenvolvimento profissional: um estudo com professores de ing...