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Q517058
No que se refere à República brasileira entre 1889 e 1964, julgue os próximos itens. Em 1947, o presidente Eurico Gaspar Dutra criou o Conselho Nacional do Petróleo, lançou o slogan O Petróleo é Nosso e fundou a PETROBRAS, que controla toda a produção do petróleo brasileiro.
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Q517056
No que se refere à República brasileira entre 1889 e 1964, julgue os próximos itens. A Revolução de 1930 foi motivada pelo rompimento da política do café com leite, tendo sido eleito um presidente paulista em vez de um presidente mineiro. Em resposta, um grupo de militares depôs o presidente Washington Luis e transferiu o poder político a Getúlio Vargas.
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Q517054
João A. Antonil, um jesuíta que viveu no Brasil no século XVII, afirmou que “os escravos são as mãos e os pés do senhor de engenho, porque sem eles, no Brasil, não é possível fazer, conservar e aumentar fazenda nem ter engenho corrente”. Com relação à sociedade, cultura e economia entre os séculos XVI e XIX no Brasil, julgue os itens de 61 a 65. Entre as leis que procuravam o fim da escravidão no Brasil pode se considerar a Lei do Ventre Livre formulada e defendida por Eusébio de Queiroz em 1850.
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Q517052
João A. Antonil, um jesuíta que viveu no Brasil no século XVII, afirmou que “os escravos são as mãos e os pés do senhor de engenho, porque sem eles, no Brasil, não é possível fazer, conservar e aumentar fazenda nem ter engenho corrente”. Com relação à sociedade, cultura e economia entre os séculos XVI e XIX no Brasil, julgue os itens de 61 a 65. A abolição da escravidão no Brasil foi decretada pela princesa Isabel em 13 de maio de 1888. No entanto, o estado do Ceará já havia abolido o trabalho escravo em março de 1884.
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Q517050
João A. Antonil, um jesuíta que viveu no Brasil no século XVII, afirmou que “os escravos são as mãos e os pés do senhor de engenho, porque sem eles, no Brasil, não é possível fazer, conservar e aumentar fazenda nem ter engenho corrente”. Com relação à sociedade, cultura e economia entre os séculos XVI e XIX no Brasil, julgue os itens de 61 a 65. Os primeiros escravos no Brasil foram os índios, chamados também de negros da terra.
2816
Q517048
João A. Antonil, um jesuíta que viveu no Brasil no século XVII, afirmou que “os escravos são as mãos e os pés do senhor de engenho, porque sem eles, no Brasil, não é possível fazer, conservar e aumentar fazenda nem ter engenho corrente”. Com relação à sociedade, cultura e economia entre os séculos XVI e XIX no Brasil, julgue os itens de 61 a 65. O trabalho escravo no Brasil foi utilizado nas lavouras e nas minas de metais preciosos. O restante do trabalho, como as atividades urbanas e os serviços nos lares, era feito por trabalhadores livres.
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Q516855
A respeito da escravidão no Brasil e sua abolição, assinale a alternativa INCORRETA:
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Q516810
Herdeiros das tradições iluministas do século XVIII e das grandes revoluções sociais que se seguiram, estes países se uniram na luta contra o fascismo e o nazismo, superando barreiras ideológicas entre o capitalismo e o socialismo que, mais tarde, durante a Guerra Fria, pareceriam intransponíveis. São eles:
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Q516808
O espaço institucional fundamental da democracia ateniense era a Ekklêsía (εκκλησια), a Assembleia do Povo. Em 451/450, surgiu uma lei que causou uma redução na caracterização da cidadania. Antes da referida lei, até a metade do século V, era suficiente ser maior de 18 anos de idade e filho de pai ateniense para poder tomar parte na Assembleia do Povo. Passou a haver a obrigatoriedade de que o pai e a mãe fossem atenienses de nascimento para que seus filhos comuns não fossem considerados bastardos perante o direito público. A lei que reduziu os direitos de cidadania e de representação na Assembleia do Povo foi a lei de:
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Q516806
Costuma-se apontar a inspiração fascista das iniciativas educacionais do Governo Vargas, Fausto (2002), entretanto, ressalta que, mesmo no curso da ditadura do Estado Novo (1937-1945), a educação esteve impregnada de uma mistura de valores hierárquicos, de um conservadorismo católico, mas sem tomar a forma de uma doutrinação fascista. A política educacional getulista ficou essencialmente nas mãos de jovens políticos mineiros, como os ministros: