Depois de realizar várias anamneses, um fonoaudiólogo observou que a maioria dos seus pacientes encaminhados por dentistas apresentava as seguintes queixas:
- cansaço ou dor muscular ao mastigar;
- dores de cabeça com frequência;
- dor na nuca ou torcicolo;
- dores de ouvido ou na região próxima a ele;
- ruídos na região das articulações temporomandibulares (ATM) ao mastigar ou abrir a boca.
Diante disso, o profissional elaborou alguns planos de ação terapêut...
Dificuldades alimentares na infância são extremamente comuns. Estudos realizados em diferentes regiões do mundo mostram que a queixa de não comer está entre as principais situações, não apenas nos consultórios de pediatras como também na clínica de especialistas, como gastroenterologistas e fonoaudiólogos. O modo como uma mãe comunica com seu filho no momento de alimentá-lo, e a reação a cada mensagem que ele emitirá, fará a diferença no desenvolvimento da alimentação dessa criança. Para ofertar uma efetiva terapia, o fonoaudiólogo deve ter conhecimento sobre refeição e sobre a sua relação com aspectos físicos, sensoriais, de aprendizado e de comunicação. Para uma comunicação acontecer, é necessário sintonia entre os pares. Em um momento de refeição de uma...
( ) Para diagnosticar uma alteração miofuncional orofacial, é preciso examinar os constituintes do sistema estomatognático e as funções orofaciais, identificando não mais que as alterações morfológicas. ( ) Além do exame presencial junto ao paciente, análises mais refinadas ou detalhadas ...
I. A deglutição pode ser disparada por diferentes centros nervosos acima do tronco cerebral. II. Três nervos encefálicos possibilitam o controle sensorial eferente da fase oral da deglutição: o Facial VII, o Hipoglosso XII e o Trigêmeo V. III. O controle motor dos componentes faríngeos da deglutição ocorre por meio dos seguintes pares de nervos encefálicos: Trigêmeo V, Facial XII, Glossofaríngeo VII e Hipoglosso X. IV. Os nervos encefálicos envolvidos na deglutição são: Trigêmeo V, Facial VII, Glossofaríngeo IX, Vago X, Hipoglosso XII e Acessório XI.
Estão CORRETAS as afirmações:
Analise as afirmativas abaixo sobre a terapia miofuncional orofacial nesses casos.
1. Ao iniciarmos o tratamento da função da deglutição em motricidade orofacial, o primeiro passo consiste na identificação da causa da alteração. Se esta for uma alteração dento-oclusal, o trabalho fonoaudiológico dependerá dos limites da forma e consequentemente do tratamento odontológico. 2. Tanto em casos de deglutição atípica como adaptada, na presença de respiração oral e/ ou disfunção mastigatória, o trat...
I. Disfagia Leve. II. Disfagia Moderada. III. Disfagia Severa.
( ) Dificuldade no transporte oral do bolo. Há a ocorrência de estase em recessos faríngeos com sinais sugestivos de penetração laríngea e pequena quantidade de material aspirado ou riscos de aspiração; esporádicas pneumonias, déficit nutricional e alteração do prazer alimentar. ...
I- Atrofia dos músculos labiais. II- Hipertrofia lingual por aumento de gordura e diminuição da massa muscular, com consequente diminuição na força lingual. III- Aumento das papilas gustativas, com impacto na gustação. IV- Mucosa oral mais espessa, com menos elasticidade. V- Aumento na produção de saliva.
É correto o que se afirma em:
Quanto à atuação fonoaudiológica para esse caso clínico, julgue os itens a seguir. A partir da ausculta cervical, é possível avaliar a fase oral preparatória da deglutição, identificando a movimentação de base de língua.
Quanto à atuação fonoaudiológica para esse caso clínico, julgue os itens a seguir. Os mecanismos de disfagia pós-extubação apresentam causas multifatoriais, incluindo aspectos mecânicos, distúrbios cognitivos, efeitos residuais das medicações utilizadas e sedação.