Acerca da avaliação audiológica básica, julgue o item que se segue.
A audiometria por via óssea é realizada sempre que os limiares por via aérea forem maiores que 30 dB NA (adultos) ou 15 dB NA (crianças).
Acerca da avaliação audiológica básica, julgue o item que se segue.
A audiometria por via óssea é realizada sempre que os limiares por via aérea forem maiores que 30 dB NA (adultos) ou 15 dB NA (crianças).
Acerca da avaliação audiológica básica, julgue o item que se segue.
Nas classificações dos tipos de perda auditiva e dos respectivos achados audiológicos, no que se refere à perda auditiva condutiva, a via óssea está normal, a via aérea está rebaixada e o gap aéreo/ósseo está presente; no que diz respeito à perda auditiva neurossensorial, a via óssea está rebaixada, a via aérea está rebaixada e há gap aéreo/ósseo.
Os testes realizados com os candidatos ao implante coclear são padronizados, uma vez que a normatização permite maior desenvolvimento técnico e científico. Em relação a esse assunto, julgue o item subsequente.
A forma de apresentação do material de fala pode ser feita com pista auditiva exclusiva, com pista visual exclusiva ou com pista auditiva associada à visual.
Os testes realizados com os candidatos ao implante coclear são padronizados, uma vez que a normatização permite maior desenvolvimento técnico e científico. Em relação a esse assunto, julgue o item subsequente.
A apresentação do material de fala pode ser feita em apresentação fechada, quando o conteúdo da prova é apresentado ao paciente na forma de alternativas de múltipla escolha, ou aberta, quando o conteúdo não é mostrado ou conhecido pelo paciente.
Os testes realizados com os candidatos ao implante coclear são padronizados, uma vez que a normatização permite maior desenvolvimento técnico e científico. Em relação a esse assunto, julgue o item subsequente.
Para que crianças maiores de 6 anos de idade e adolescentes sejam considerados candidatos ao implante coclear, é imprescindível que tenham feito terapia fonoaudiológica, sendo dispensado, nesse caso, a experiência com aparelho de amplificação sonora individual.
Os testes realizados com os candidatos ao implante coclear são padronizados, uma vez que a normatização permite maior desenvolvimento técnico e científico. Em relação a esse assunto, julgue o item subsequente.
O fator mais importante antes do início do processo de avaliação de uma criança pequena como candidata ao implante coclear é o diagnóstico objetivo e preciso da perda auditiva, sendo dispensada a audiometria em campo livre.
Os testes realizados com os candidatos ao implante coclear são padronizados, uma vez que a normatização permite maior desenvolvimento técnico e científico. Em relação a esse assunto, julgue o item subsequente.
Na avaliação de crianças de até 6 anos de idade candidatas ao implante coclear, o protocolo utilizado inclui um questionário de avaliação da linguagem oral, que são roteiros de entrevistas com os pais e que abordam informações relativas à frequência com que a criança demonstra comportamentos auditivos significativos no seu dia a dia.
Quanto ao diagnóstico precoce da deficiência auditiva na infância, julgue o item a seguir.
As emissões otoacústicas transitórias são geralmente evocadas por estímulo acústico breve e abrange ampla gama de frequências, o que permite a estimulação da cóclea como um todo, sendo registradas em 98% dos indivíduos com audição normal.
Quanto ao diagnóstico precoce da deficiência auditiva na infância, julgue o item a seguir.
As emissões otoacústicas utilizadas no diagnóstico precoce da deficiência auditiva identificam anormalidades neurológicas no nervo auditivo e no troco encefálico.
Quanto ao diagnóstico precoce da deficiência auditiva na infância, julgue o item a seguir.
As emissões otoacústicas utilizadas em triagem auditiva neonatal contribuem efetivamente para estimar o limiar auditivo, com base na presença de resposta a vários níveis de intensidade de estímulo.