Sendo y um erro de medida expresso em milímetros, y é uma variável aleatória cuja variância
Para responder às questões de nos 1 e 2, utilize os dados da tabela abaixo, que apresenta as freqüências acumuladas das idades de 20 jovens entre 14 e 20 anos.

Uma das medidas de dispersão é a variância populacional,
que é calculada por
Sabendo-se que m é a média aritmética dessas idades, qual a variância das idades na população formada pelos 20 jovens?
Considere as asserções a seguir.
A região de rejeição de um teste de hipóteses é obtida sob a suposição de que a hipótese da nulidade (H0) é verdadeira.
PORQUE
Em testes de hipóteses, o erro do tipo I é aquele cometido ao se rejeitar a hipótese da nulidade (H0) quando esta é verdadeira.
Analisando-se as asserções, conclui-se que
Com relação aos testes de hipótese sobre um parâmetro de uma população, baseados em uma amostra de tamanho n dessa população, afirma-se que
I - o poder do teste aumenta com
a probabilidade de um erro do tipo I, n mantido constante;
II - o poder do teste não depende de n;
III - o poder do teste é a probabilidade de o teste rejeitar uma hipótese H0 quando esta é falsa;
IV- o poder do teste é igual a 1 −
, onde
é a probabilidade de um erro do t...
As questões de nos 57 a 59 referem-se aos resultados de um teste de associação entre as variáveis representadas na tabela de contingência a seguir.

No cálculo da estatística do teste, a menor diferença entre o número de homens observado e o esperado ocorre na região
As questões de nos 57 a 59 referem-se aos resultados de um teste de associação entre as variáveis representadas na tabela de contingência a seguir.

Com relação ao teste de hipótese realizado, considere as afirmações a seguir.
I - O teste foi baseado em 9 graus de liberdade.
II - A hipótese de independência entre Sexo e Região não é rejeitada para qualquer nível de significância inferior a 10,0%.
III - Com 95,0% de confiança afirma-...
As questões de nos 53 a 55 referem-se aos diagramas de dispersão a seguir.
O teste de hipótese de que a correlação linear entre Y e X1 é nula apresentou um valor descritivo (p-value) de 0,480. Conclui-se, então, que
I - a hipótese que
para qualquer nível de significância menor do que 0,480 não deve ser rejeitada;
II - o coeficiente de determinação é menor do que 4,0%;
III - com 48,0% de confiança afirma-se que a relação entre Y e X1 existe, mas é não linear;
IV-...
As questões de nos 53 a 55 referem-se aos diagramas de dispersão a seguir.
Se as variáveis Y e X 1 forem transformadas, respectivamente, para Y 1 = −2Y + 0,5 e X' 1=−X 1+ 0,5, o coeficiente de correlação entre Y 1 e X' 1 será
As questões de nos 53 a 55 referem-se aos diagramas de dispersão a seguir.
A formulação adequada para o teste de hipótese de existência de relação linear entre 
O gráfico abaixo mostra os pares de observações de duas variáveis X e Y relacionadas pela regressão linear simples Y = a + bX + u, (onde a e b são coeficientes a serem estimados e u são os erros aleatórios).

O exame do gráfico sugere que