2611 Q429045
Engenharia Florestal
Ano: 2004
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Uma das formas de agregar valor no processamento mecânico da madeira é a produção de lâminas com espessuras que variam de 0,13 mm até 9,65 mm, dependendo do tipo de utilização. Esse processo envolve diversas etapas desde o recebimento e armazenamento de toras até o armazenamento das lâminas secas prontas para comercialização e uso. Nesse contexto, julgue os itens seguintes.

A etapa de secagem de lâminas de madeira durante o processo de produção merece atenção especial. A secagem deve ser realizada de forma o mais breve possível após a laminação para minimizar a ocorrência de fungos manchadores e a oxidação, que causa descoloração das lâminas.

2612 Q429043
Engenharia Florestal
Ano: 2004
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Uma das formas de agregar valor no processamento mecânico da madeira é a produção de lâminas com espessuras que variam de 0,13 mm até 9,65 mm, dependendo do tipo de utilização. Esse processo envolve diversas etapas desde o recebimento e armazenamento de toras até o armazenamento das lâminas secas prontas para comercialização e uso. Nesse contexto, julgue os itens seguintes.

Na laminação de madeiras pelo processo de desenrolar a tora (torno laminador), o objetivo é a produção de lâminas decorativas com a exposição de figuras. Nesse caso, a largura da lâmina de madeira é limitada pelo diâmetro da tora.

2613 Q429041
Engenharia Florestal
Ano: 2004
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Uma das formas de agregar valor no processamento mecânico da madeira é a produção de lâminas com espessuras que variam de 0,13 mm até 9,65 mm, dependendo do tipo de utilização. Esse processo envolve diversas etapas desde o recebimento e armazenamento de toras até o armazenamento das lâminas secas prontas para comercialização e uso. Nesse contexto, julgue os itens seguintes.

A operação de aquecimento da tora antes da laminação visa retirar os componentes químicos da madeira, como a lignina, a celulose e a hemicelulose, deixando a madeira menos densa para facilitar o corte.

2614 Q429039
Engenharia Florestal
Ano: 2004
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

No Brasil, utilizam-se basicamente dois processos de produção de chapas de fibras: úmido e seco. Por meio desses processos podem ser formados três tipos de chapas: isolante, MDF e chapa de fibra de alta densidade (usualmente chamada de chapa dura). Com relação a esse assunto, julgue os itens a seguir.

Comparando os processos de produção de chapas de fibras úmido e seco, o processo úmido apresenta como vantagens a maior uniformidade de deposição das fibras, resultando em chapas mais homogêneas.

2615 Q429038
Engenharia Florestal
Ano: 2004
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

No Brasil, utilizam-se basicamente dois processos de produção de chapas de fibras: úmido e seco. Por meio desses processos podem ser formados três tipos de chapas: isolante, MDF e chapa de fibra de alta densidade (usualmente chamada de chapa dura). Com relação a esse assunto, julgue os itens a seguir.

O Asplund, processo termomecânico de desfibramento da madeira, foi especialmente desenvolvido para a indústria de chapas de fibras, caracterizando-se por utilizar as propriedades termoplásticas da madeira.

2616 Q429036
Engenharia Florestal
Ano: 2004
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

No Brasil, utilizam-se basicamente dois processos de produção de chapas de fibras: úmido e seco. Por meio desses processos podem ser formados três tipos de chapas: isolante, MDF e chapa de fibra de alta densidade (usualmente chamada de chapa dura). Com relação a esse assunto, julgue os itens a seguir.

As chapas de MDF são classificadas como S-2-S, isto é, possuem as duas faces lisas.

2617 Q429034
Engenharia Florestal
Ano: 2004
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

No Brasil, utilizam-se basicamente dois processos de produção de chapas de fibras: úmido e seco. Por meio desses processos podem ser formados três tipos de chapas: isolante, MDF e chapa de fibra de alta densidade (usualmente chamada de chapa dura). Com relação a esse assunto, julgue os itens a seguir.

As chapas duras podem ser produzidas pelos processos úmido ou seco. No Brasil, utiliza-se o processo seco. Em comparação com as chapas isolantes, as chapas duras possuem menor densidade e maior espessura.

2618 Q429033
Engenharia Florestal
Ano: 2004
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

No Brasil, utilizam-se basicamente dois processos de produção de chapas de fibras: úmido e seco. Por meio desses processos podem ser formados três tipos de chapas: isolante, MDF e chapa de fibra de alta densidade (usualmente chamada de chapa dura). Com relação a esse assunto, julgue os itens a seguir.

As chapas isolantes são produzidas pelo processo seco, apresentando como etapa intermediária a prensagem, fundamental para a sua formação.

2619 Q429031
Engenharia Florestal
Ano: 2004
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

No Brasil, utilizam-se basicamente dois processos de produção de chapas de fibras: úmido e seco. Por meio desses processos podem ser formados três tipos de chapas: isolante, MDF e chapa de fibra de alta densidade (usualmente chamada de chapa dura). Com relação a esse assunto, julgue os itens a seguir.

No Brasil, as principais indústrias de chapas de fibras estão localizadas nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Mato Grosso.

2620 Q429029
Engenharia Florestal
Ano: 2004
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

No Brasil, utilizam-se basicamente dois processos de produção de chapas de fibras: úmido e seco. Por meio desses processos podem ser formados três tipos de chapas: isolante, MDF e chapa de fibra de alta densidade (usualmente chamada de chapa dura). Com relação a esse assunto, julgue os itens a seguir.

A indústria brasileira de produção de chapas de fibras tem como característica marcante a utilização de resíduos, como costaneiras, pontas e aparas, em suas linhas de fabricação. As indústrias adquirem esse tipo de matéria-prima de outros segmentos madeireiros, complementando a madeira proveniente de seus plantios.