O ataque por microrganismos é, provavelmente, a causa mais séria de perdas pós-colheita de produtos perecíveis, reduzindo a qualidade dos mesmos. Tais perdas são importantes tanto do ponto de vista econômico como nutricional, constituindo um problema que a agricultura moderna, em que pese a tecnologia disponível, ainda não conseguiu eliminar. Os patógenos mais comumente associados a frutos em pós-colheita são:
Espécies fúngicas são responsáveis pela maioria das doenças de plantas, ocasionando perdas expressivas à produção agrícola mundial, sobretudo nos países do terceiro mundo e em desenvolvimento. Com relação a algumas doenças de fruteiras tropicais de importância agroindustrial, marque a opção FALSA.
A quantificação de doenças de plantas é indispensável para o estudo de medidas de controle, caracterização da resistência varietal, construção de curvas de progresso da doença e estimativas dos danos provocados. Dentre os métodos de quantificação de doenças de plantas encontram-se as estimativas da incidência e da severidade. Marque a opção que indica as doenças que podem ser quantificadas através da incidência.
Em Fitopatologia, epidemia pode ser definida como a ocorrência de uma doença em determinada área geográfica, afetando simultaneamente inúmeras plantas e causando sérios prejuízos. O aumento da doença numa população de plantas em intensidade e/ou extensão, é influenciado por fatores do hospedeiro, do patógeno, do ambiente. Algumas condições que favorecem o desenvolvimento de epidemias de doenças de plantas são:
Objetivando a exportação de produtos agrícolas, a Produção Integrada de Frutos assume importância cada vez maior nos dias de hoje. Dentro desta filosofia, a racionalização do uso de agroquímicos é cada vez mais levada em consideração, especialmente o período de carência que é:
Dentre os microrganismos indicados para o controle biológico de doenças, encontram-se fungos do gênero Trichoderma spp., Gliocladium, Chaetomium e as bactérias do gênero Bacilus subtilis e Pseudomonas fluorescens. O conhecimento dos mecanismos de ação destes agentes é essencial no estabelecimento de estratégias racionais de controle que visam à integração de métodos químicos e biológicos no combate a doenças de plantas. Além dos mecanismos básicos de antagonismo, os fungos e bactérias usados no controle biológico de doenças deverão ser:
Os altos custos ambientais e econômicos derivados do uso de agroquímicos para o controle de doenças de plantas, têm levado cada vez mais pesquisadores a dedicarem-se ao estudo de métodos alternativos que apresentem menor risco à saúde humana e menor impacto ambiental. Dentre estes, destacam-se os microrganismos antagonistas cujos mecanismos de ação podem ser classificados em:
Doenças de plantas são diagnosticadas, em sua maioria, pelos sintomas que provocam e pelos sinais do patógeno presentes no hospedeiro. De acordo com a morfologia os sintomas podem ser classificados como plesionecróticos, holonecróticos, hipoplásticos e hiperplásticos. Os sintomas hiperplásticos caracterizam-se normalmente por hipertrofia (aumento do volume das células) e/ou hiperplasia (multiplicação exagerada das células), sendo os mais freqüentes:
Nos procedimentos clássicos para a detecção e identificação de patógenos fúngicos, em geral, são observados os sintomas de doença apresentados pelas plantas (p.ex.: manchas foliares, podridões, murchas e galhas, entre outros) e a presença de sinais nas áreas lesionadas (p.ex.: estruturas vegetativas e reprodutivas). Quando a comparação entre a planta doente e a descrição dos sintomas e dos sinais encontrados na literatura não são suficientes para o diagnóstico da doença, torna-se necessária a aplicação dos Postulados de Koch, que obedecem à seqüência:
Com relação às interações inseto, planta e meio ambiente, marque a opção verdadeira.