Enfatizar o lúdico, ao propor as vivências dos conteúdos culturais, físicos e esportivos para suas possíveis manifestações nos momentos de lazer. Demonstrar que o lazer está também na atitude das pessoas, não dependendo somente de fatores como acesso a equipamentos específicos e recursos financeiros para seu usufruto. Não pode ser esquecida a estreita relação entre o lazer e:
Eleger a cidadania como eixo norteador significa entender que a Educação Física na escola é componente curricular que deve contribuir para a formação de alunos que sejam capazes, além de outros objetivos, de participar de atividades corporais adotando atitudes:
Kunz (1994) defende o ensino crítico, pois é a partir dele que os alunos passam a compreender a estrutura autoritária dos processos institucionalizados da sociedade, os mesmos que formam falsas convicções, interesses e desejos. Assim, a tarefa da Educação Física crítica é promover condições para que essas estruturas autoritárias sejam suspensas e o ensino encaminhado para uma emancipação, possibilitada pelo uso da linguagem, que tem papel importante:
Paulo Freire caracteriza os três níveis de consciência como intransitiva, transitiva ingênua e transitiva crítica. Medina (1983) considera que a Educação Física convencional é determinada pelos limites da consciência intransitiva. A concepção modernizadora relaciona-se com a consciência transitiva ingênua. A terceira e última perspectiva é concebida por aqueles que alcançaram a consciência transitiva crítica e denomina-se Educação Física:
Na perspectiva da Educação Física Humanista, a facilitação da aprendizagem é a tarefa essencial do educador. No contato com os alunos, o professor deve estimulá-los a desenvolver a aptidão para aprender, para a autodescoberta, ou seja, aprender a aprender. Estimulação do potencial criativo, respeito às individualidades e liberdade de expressão são alguns dos princípios que, aplicados à Educação Física escolar, dão um cunho humanista. Outro princípio que se destaca na referida perspectiva é:
A dor muscular é produzida durante as contrações nas quais a tensão gerada é suficientemente intensa a ponto de ocluir o fluxo sanguíneo para os músculos ativos (isquemia). A dor persiste até que a intensidade da contração seja reduzida ou que a contração cesse totalmente e o fluxo sanguíneo seja restaurado, permitindo então a remoção dos produtos de desgaste acumulados (metabólitos). Por causa da isquemia, os produtos da atividade metabólica não podem ser removidos e, dessa forma, acumulam-se até o ponto de estimularem os receptores dolorosos localizados nos músculos. As substâncias predominantemente causadoras do referido fenômeno são:
A Educação Física no Brasil foi, durante muito tempo, considerada uma prática neutra, sem conotação ideológica. Restringia-se a uma atividade física cujo movimento era apreendido:
As pedagogias do consenso e do conflito não deverão ser estudadas para que simplesmente rotulemos posturas educacionais. A educação formal e a Educação Física escolar são práticas sociais eivadas de contradições e ambigüidades. Para o profissional da Educação, compreendê-las é:
A produção teórica da Educação Física brasileira sofreu um impulso significativo a partir do início dos anos 80. A Educação Física tornou-se, efetivamente, um espaço multidisciplinar em busca da sua compreensão como prática social. As preocupações e os questionamentos dos profissionais da área da Educação Física mostravam uma visão de um novo e grande espaço, em que as atividades da Educação Física e as práticas esportivas deveriam construir uma nova paisagem humana, abrangendo: