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Q583225
Em 1964 foi lançada uma obra que se tornou clássica porque discute a influência das técnicas de comunicação e as transformações geradas nos padrões de interação social. Essa obra de Umberto Eco considera
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Q583224
O manual de produção de anúncios de um jornal determina que a conversão para CMYK deve ser feita em programa de tratamento de imagens. O termo CMYK refere-se a um
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Q583223
O jornal Notícias Populares, que parou de circular em 2001, trazia em suas páginas notícias sobre o bebê diabo, cabra com duas cabeças e outros “fatos” inusitados e às vezes bizarros, classificados como
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Q583222
Uma peça televisiva encomendada por uma entidade não foi aprovada pela assessoria de imprensa sob a alegação de que o BG estava fora das especificações de qualidade exigidas pelos canais que iriam veicular a peça. Isto é,
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Q583221
As pesquisas quantitativas são usadas para verificar opiniões e atitudes por meio de questionários estruturados. A Pesquisa de
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Q583220
Uma diagramação de boa qualidade em jornais impressos deve ter tipos legíveis. De acordo com as pesquisas realizadas por Patterson e Tinken e aceitas amplamente na área, os tipos de desenhos mais legíveis pertencem à família
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Q583219
Há um tipo de reunião que tem como objetivo o detalhamento e aprofundamento prático de um determinado assunto por um ou mais expositores. Em geral há um moderador para manter o equilíbrio das três etapas básicas da reunião: a exposição, a discussão em grupos e a conclusão. Esse tipo de reunião é chamada de
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Q583218
Os textos publicitários são construídos com a finalidade de convencer o destinatário da mensagem a agir segundo os interesses da entidade ou empresa anunciante. Ela procura persuadir o receptor para mudar comportamentos ou hábitos, consumir produtos ou serviços etc. O foco da mensagem está no destinatário e, na linguagem, predomina a função
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Q583217

Esses canais enquadram-se nas características do fazer jornalístico, portanto, devem ter
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Q583216
Um artigo de Louis Althusser, publicado na revista La Pensée, repercutiu profundamente sobre a Teoria Crítica da Comunicação (Escola de Frankfurt) na França e em outros países. O autor contrapõe os instrumentos repressivos do Estado, representados pela polícia e pelo exército, instituições que, segundo ele, exercem coerção direta às organizações (escola, igreja, mídia, família etc.) que cumprem funções