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Acerca do passado e do presente da imprensa, do rádio e da televisão no Brasil, julgue os itens que se seguem.
Embora tenha inicialmente recebido respaldo financeiro e técnico do grupo Time-Life, dos EUA, a TV Globo pouco se beneficiou dessa influência por ter criado, mais tarde, uma televisão autenticamente brasileira.
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Acerca do passado e do presente da imprensa, do rádio e da televisão no Brasil, julgue os itens que se seguem.
Durante o regime militar, a televisão contribuiu com a política econômica do governo ao exercer o papel de difusora de bens duráveis e não-duráveis via publicidade, evitando, contudo, divulgar propaganda ideológica do regime.
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Acerca do passado e do presente da imprensa, do rádio e da televisão no Brasil, julgue os itens que se seguem.
O envio de jornalistas na condição de correspondente de guerra, como o caso do envio de Euclides da Cunha a Canudos, em 1897, pelo Estado de S. Paulo, já era prática corrente entre os grandes jornais da época.
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Acerca do passado e do presente da imprensa, do rádio e da televisão no Brasil, julgue os itens que se seguem.
Com a substituição progressiva da imprensa artesanal pela imprensa industrial, tendência evidente ao final do século XIX, a imprensa brasileira aproximou-se ainda mais das características e padrões típicos de uma sociedade aristocrática e rural.
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Acerca do passado e do presente da imprensa, do rádio e da televisão no Brasil, julgue os itens que se seguem.
Escritor, homem culto, político, personalidade marcante do seu tempo, Quintino Bocaiúva foi o grande nome da imprensa brasileira no período de transição do Império para a República.
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Conseqüência paradoxal de políticas e legislações filosoficamente opostas — tanto de um passado de excessiva regulamentação quanto de um presente liberado pela desregulamentação —, a concentração da propriedade e do controle das comunicações no Brasil tem-se materializado em diferentes configurações. Combinadas ou não, tais formações são a expressão histórica de um poder que, simultaneamente, resiste e se adapta a transformações estruturais.
Acerca desses arranjos, julgue os itens a seguir.
Grupos familiares, associados a elites políticas regionais e locais, têm sido historicamente os maiores beneficiários da concentração da propriedade e do controle das comunicações no Brasil.
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A indústria cultural brasileira, da qual a televisão aberta é o carro-chefe, teve sua origem na afirmação do rádio como meio de comunicação de massa na década de 40 do século XX. No entanto, o seu crescimento manteve-se a reboque do desempenho global da economia do país, então semiindustrializada, de mercados regionalizados e restritos, ainda dependentes do setor agrário-exportador. Somente nos anos 60 e 70 do século XX, o desenvolvimentismo patrocinado pelos militares trouxe consigo o advento de um mercado nacional, integrado e relativamente auto-sustentado — embora desigual — de bens culturais, quando a TV, operando em rede graças ao recém-implantado sistema nacional de telecomunicações, adquiriu peso determinante.