Uma das teses principais de McLuhan é a de que o homem pós-renascentista é psicossocialmente definido como homem tipográfico.
A afirmativa relacionada com este pressuposto é a de que:
Uma das teses principais de McLuhan é a de que o homem pós-renascentista é psicossocialmente definido como homem tipográfico.
A afirmativa relacionada com este pressuposto é a de que:
Ao longo do século XX diversas correntes teóricas buscaram explicar os fenômenos da comunicação de massa.
Robert Merton, co-autor do texto "Comunicação de massa, gosto popular e a organização da ação social", juntamente com Paul Lazarsfeld, segue a linha de pensamento denominada:
Roland Barthes, no texto "A mensagem fotográfica", escreve que a "fotografia de imprensa é uma mensagem".
Segundo o autor, a totalidade dessa mensagem é constituída por:
A informatização acelera o movimento iniciado pela escrita.
Isso ocorre devido à sua capacidade de:
O autor afirma que a virtualização não é um desaparecimento no ilusório, nem uma desmaterialização.
A partir deste pressuposto, ele a entende como:
A questão principal abordada por Walter Benjamin ao escrever o texto "A obra de arte na época de sua reprodutibilidade técnica" é a:
A antropologia contribuiu sobremaneira para os estudos de Comunicação. A corrente que se fundamentou em estudos antropológicos para analisar a comunicação não-verbal é conhecida como Escola de:
Na Alemanha, nos anos 30, consolidou-se uma importante escola crítica, a Escola de Frankfurt. Três de seus principais representantes são:
Para Marshall McLuhan, autor da famosa assertiva "o meio é a mensagem", a partir da invenção da imprensa no ocidente por Gutenberg, observou-se a seguinte transformação:

O gênero redacional do fragmento acima é, predominantemente, caracterizado como: