231 Q70320
Auditoria
Ano: 2005
Banca: Escola de Administração Fazendária (ESAF)

São componentes inter-relacionados de controles internos, exceto o(a):

232 Q70318
Auditoria
Ano: 2005
Banca: Escola de Administração Fazendária (ESAF)
A relação custo versus benefício para a avaliação e determinação dos controles internos deve considerar que o custo dos controles internos de uma entidade:
233 Q70315
Auditoria
Ano: 2005
Banca: Escola de Administração Fazendária (ESAF)

Na avaliação do risco de auditoria, o auditor deve avaliar o ambiente de controle da entidade, excetuando

234 Q70312
Auditoria
Ano: 2005
Banca: Escola de Administração Fazendária (ESAF)

Na avaliação do risco de auditoria, quando na fase de planejamento, em nível específico, deve o auditor avaliar

235 Q70246
Auditoria
Ano: 2005
Banca: Núcleo de Computação Eletrônica UFRJ (NCE)

A avaliação dos controles internos de uma entidade é utilizada pelo auditor para estabelecer:

236 Q70220
Auditoria
Ano: 2005
Banca: Escola de Administração Fazendária (ESAF)

É objetivo do controle interno, exceto:

237 Q70219
Auditoria
Ano: 2005
Banca: Escola de Administração Fazendária (ESAF)

O auditor, quando do planejamento dos trabalhos deve avaliar a continuidade normal dos negócios da entidade ao analisar o risco da execução da auditoria. Assim, o auditor poderá considerar a continuidade da empresa quando houver a evidência de normalidade pelo prazo de

238 Q70218
Auditoria
Ano: 2005
Banca: Escola de Administração Fazendária (ESAF)

O risco de auditoria resulta:

239 Q70141
Auditoria
Ano: 2005
Banca: Fundação CESGRANRIO (CESGRANRIO)

A organização do sistema de controles internos nas empresas, para verificar se os funcionários estão seguindo as rotinas internas e a segregação de funções, é responsabilidade da:

240 Q70114
Auditoria
Ano: 2005
Banca: Núcleo de Computação Eletrônica UFRJ (NCE)

Dentre os itens listados a seguir, o único que NÃO se constitui em objetivo do Planejamento de Auditoria é: