Miriam Celeste diz: "A velocidade e superficialidade à qual o nosso olhar é exposto no cotidiano pede, de certa forma, o aprendizado de um olhar em outro ritmo e profundidade."
A escola tem um papel fundamental no desenvolvimento desse "outro olhar", mais atento e crítico. É necessário, portanto, que o professor possibilite aos alunos a prática: