Existem cerca de três dezenas de índices de conforto térmico, porém, para fins de aplicação às condições ambientais correntes nos edifícios como habitações, escolas, escritórios etc., e para as condições climáticas brasileiras, serão apresentados apenas três: Carta Bioclimática, de Olgyay; Temperatura Efetiva, de Yaglou e Houghten; e Índice de Conforto Equatorial, de Webb. Atente ao que se diz a respeito desses índices:
I. A Carta Bioclimática de Olgyay, índice biofísico, foi desenvolvida a partir de estudos acerca de efeitos do clima sobre o homem, quer ele esteja abrigado quer não, de zonas de conforto e de relações entre elementos de clima e conforto.
II. A Temperatura Efetiva, de Yaglow e Houghten, de 1923, foi definida pela correlação entre as sensações de confor...
FROTA & SCHIFFER, no livro Manual do conforto térmico, destacam que a inércia térmica está associada a dois fenômenos importantes para o comportamento térmico do edifício: o amortecimento e o atraso da onda de calor, devido ao aquecimento ou ao resfriamento dos materiais. Em relação a essa temática, analise as afirmativas.
I - A capacidade calorífica da parede é expressa pelo fator denominado calor específico, que se mede pela quantidade de calor necessária para fazer elevar de uma unidade de temperatura a sua unidade de massa (J/kg°C).
II - A inércia térmica depende das características térmicas da envolvente e dos componentes construtivos internos.
III - O amortecimento e o atraso serão tanto maiores quanto menor for a inércia da construção.
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Considerando que a latitude da cidade de Salvador é de 12o 58 16, o arquiteto, em seu projeto, implantou a edificação de modo que suas superfícies e maiores extensões recebessem menos sol no verão.
Essas superfícies compuseram as fachadas
O edifício do Palácio Tiradentes que, atualmente, abriga a ALERJ foi projetado pelos arquitetos Archimedes Memória e Francisque Couchet em 1921/22.
A simetria atingida por meio de nichos e painéis, a colunata autônoma ladeada por corpos maciços e a sala do plenário coberta com a cúpula de vidro, caracterizam o edifício como exemplar de estilo:
O cobogó ou elemento vazado foi amplamente empregado pelos arquitetos modernos brasileiros em seus projetos, com o objetivo, sobretudo, de propiciar a ventilação natural cruzada entre os compartimentos.
Na cidade do Rio de Janeiro, um dos exemplares arquitetônicos modernos, em que o cobogó foi empregado na fachada com tal objetivo, é o edifício: