A influência estrangeira, principalmente norte-americana e francesa, foi marcante nas décadas de 1950 e 1960. Destacaram-se neste quadro, com presença efetiva:
A Arqueologia Brasileira, produto da influência inicial de pelo menos duas correntes de pensamento técnicocientífico, consolidou-se em moldes acadêmicos no ano de
A Arqueologia da Arquitetura é um campo interdisciplinar que lida com a edificação, identificando as amplas possibilidades de estudo do construído, no sentido lato. Dentre seus focos estão as questões sociais, a leitura de elementos arquitetônicos como indicadores do desenvolvimento técnico ou a compreensão da paisagem cultural em processo. A partir desta idéia, considere os textos abaixo.

A Arqueologia da Arquitetura de Steadman e de Zarankin tem forte influência da
Sobre as correntes teóricas da arqueologia pode-se afirmar que:
I. O modelo histórico-cultural parte do pressuposto que a cultura é homogênea e que as tradições passam de geração para geração; seu principal expoente foi Bruce G. Trigger.
II. A Arqueologia processual desponta nos anos 1960, com o lema a arqueologia é antropologia ou não é nada; um de seus grandes expoentes é Lewis Binford.
III. A Arqueologia pós-processual introduziu a dimensão política neste campo de conhecimento; dentre seus expoentes se destacam Michael Shanks e Christopher Tilley.
IV. Ian Hodder ressaltou que há uma dimensão simbólica na cultura que não pode ser ignorada pela Arqueologia; isto é um dos elementos ...
A arqueometria é um campo do conhecimento que lida com datações de materiais arqueológicos, dentre outros aspectos da relação entre a arqueologia e as ciências físico-químicas. Restos de fauna utilizados na alimentação das populações do passado podem ser datados por
A partir dos anos 1990, com o recrudescimento das dimensões sociais da arqueologia, estimulado pelo World Archaeological Congress (Congresso Mundial de Arqueologia) em 1986, desponta e se consolida uma modalidade de arqueologia conhecida como Arqueologia
Sustentada nas relações entre a Arqueologia e a Geografia, trata, em princípio, da inclusão da práxis arqueológica em coordenadas espaciais. A propriedade de georreferenciar procedimentos, cenários e sistemas regionais de povoamento confere a ela estatuto ímpar: a competência para tratar de assuntos relacionados com o design da arqueologia em sua dimensão de planejamento, gestão e manejo do patrimônio arqueológico. Por outro lado, também pode ser entendida como a linha de pesquisa que estuda o processo de artificialização do meio ambiente, na perspectiva dos sistemas regionais de povoamento. Seu tema central é a reconstrução dos cenários das ocupações humanas, com foco na dispersão das populações pelo ecúmeno.
Este conceito refere-se à
Na arqueologia de campo, são considerados procedimentos NÃO invasivos:
Escavação é a intervenção detalhada no registro arqueológico, que revela a distribuição tridimensional das estruturas na matriz original, permitindo o encaminhamento de análises das relações intra-sítio: núcleos de solo antropogênico são dissecados por decapagens; estratos arqueológicos são evidenciados horizontalmente em microestratigrafia; a estratificação de camadas é visualizada por meio de cortes. A melhor escavação se apoia em métodos complementares.
Na seqüência lógica dos procedimentos invasivos de campo, a escavação vem após
Enfoques estratigráficos e sedimentológicos, estudos das relações homem/meio físico e formação do registro arqueológico são objetos do campo interdisciplinar da