O formato do setting clínico – isto é, das condições

O formato do setting clínico – isto é, das condições para que se estabeleça uma relação terapêutica e que se refere à organização do espaço físico, bem como os tipos de contratos estabelecidos entre terapeutas e clientes – não é indiferente às apostas clínicas, mas, antes, é resultado de profundas reflexões. Um exemplo é a clássica posição em que Freud localizava o seu divã, sempre de costas para o analista, a fim de evitar o contato visual e estimular as associações livres. Atualmente, com a inclusão de grupos outrora marginalizados no cuidado em saúde mental como pacientes psiquiátricos crônicos, crianças e jovens de vida difícil ou dependentes de drogas etc. tem novos settings clínicos, construídos fora do consultório, que incluam o território como espaço potente do cuidado em saúde mental, sobretudo quando se pensa em saúde pública. Uma dessas apostas é a de uma clínica em movimento, feita caminhando, no passear, no ir e vir dos espaços. Criada pelo psicólogo Antônio Lancetti, essa proposta foi denominada de clínica 

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