Um menino de doze anos de idade, asmático, com crises nã...
Um menino de doze anos de idade, asmático, com crises não controladas, apresentou quadro de tosse e cansaço há um dia, sem febre. Iniciou, nesse dia, em casa, salbutamol e prednisona, mas manteve quadro de tosse importante e piora da dispneia. Depois de uma hora desse quadro, sua mãe chamou o SAMU. Durante o transporte, apresentou parada respiratória, iniciando ventilação bolsa‐valva‐máscara com oxigênio a 100%. À entrada na emergência, foi realizada intubação orotraqueal com cânula 6,5, com Cuff, sem intercorrências. Foi colocado em ventilação pulmonar mecânica, modo assistido/controlado (PINSP 30 cmH2O, PEEP 5 cmH2O, FR de 16 rpm e FiO2 de 100%), apresentando saturação de O2 de 85%, ausculta com diminuição de murmúrio vesicular à direita e sibilos difusos à esquerda. Evoluiu, após dez minutos, com parada cardíaca em atividade elétrica, sem pulso.
Nesse caso hipotético, além das manobras de ressuscitação e epinefrina, deve‐se considerar, na tentativa de reversão do quadro,
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