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Português Interpretação de Textos
Ano: 2013
Banca: INEP
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KUCZYNSKIEGO. P. Ilustração, 2008. Disponível em: http://capu.pl. Acesso em: 3 ago. 2012.
O artista gráfico polonês Pawla Kuczynskiego nasceu em 1976 e recebeu diversos prêmios por suas ilustrações. Nessa obra, ao abordar o trabalho infantil, Kuczynskiego usa sua arte para
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Português Interpretação de Textos
Ano: 2013
Banca: INEP
O jogo é uma atividade ou ocupação voluntária, exercida dentro de certas e determinados limites de tempo e de espaço, segundo regras livremente consentidas, mas absolutamente obrigatórias, dotado de um fim em si mesmo, acompanhado de um sentimento de tensão e de alegria e de uma consciência de ser diferente da “vida quotidiana".
Huizinga. J. Home ludents. o jogo como elemento da cultura. São Paulo: Perspectiva, 2004.

Segundo o texto, o jogo comporta a possibilidade de fruição. Do ponto de vista das práticas corporais, essa fruição se estabelece por meio do(a)
2503 Q851783
Português Interpretação de Textos Morfologia - Verbos
Ano: 2013
Banca: INEP
Novas tecnologias
       Atualmente, prevalece na mídia um discurso de exaltação das novas tecnologias, principalmente aquelas ligadas ás atividades de telecomunicações. Expressões freqüentes como “o futuro já chegou", "maravilhas tecnológicas" e “conexão total com o mundo” “fetichizam’' novos produtos, transformando-os em objetos do desejo, de consumo obrigatório. Por esse motivo carregamos hoje nos bolsos, bolsas e mochilas o "futuro” tão festejado.
        Todavia, não podemos reduzir-nos a meras vítimas de um aparelho midiático perverso, ou de um aparelho capitalista controlador. Há perversão, certamente, e controle, sem sombra de dúvida. Entretanto, desenvolvemos uma relação simbiótica de dependência mút...
2504 Q851782
Português Interpretação de Textos
Ano: 2013
Banca: INEP
Olá! Negro
      Os netos de teus mulatos e de teus cafuzos
     e a quarta e a quinta gerações de teu sangue sofredor
     tentarão apagar a tua cor!
     E as gerações dessas gerações quando apagarem
     a tua tatuagem execranda,
     não apagarão de suas almas, a tua alma, negro!
     Paí-João, Mãe-negra, Fufô, Zumbi,
     negro-fujão, negro cativo, negro rebelde
     negro cabinda, negro congo, negro íoruba,
     negro que foste para o algodão de USA
     para os canaviais do Brasil,
     para o tronco, para o colar de ferro, para a canga
     d...
2505 Q851781
Português Interpretação de Textos
Ano: 2013
Banca: INEP
Até quando?
     Não adianta olhar pro céu
     Com muita fé e pouca luta
     Levanta ai que você tem muito protesto pra fazer
     E muita greve, você pode, você deve, pode crer
     Não adianta olhar pro chão
     Virar a cara pra não ver
     Se liga aí que te botaram numa cruz e só porque Jesus
     Sofreu não quer dizer que você tenha que sofrer!

GABRIEL, O PENSADOR. Seja você mesmo (mas não seja sempre o mesmo). Rio de Janeiro: Sony Music, 2001 (fragmento). As escolhas linguísticas feitas pelo autor conferem ao texto
2506 Q851780
Português Interpretação de Textos
Ano: 2013
Banca: INEP
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CAULOS. Disponível em: www.caulos.com. Acesso em: 24 sei. 2011.
O cartum faz uma critica social. A figura destacada está em oposição ás outras e representa a
2507 Q851779
Português Interpretação de Textos
Ano: 2013
Banca: INEP
Própria dos festejos juninos, a quadrilha nasceu como dança aristocrática, oriunda dos salões franceses, depois difundida por toda a Europa.

      No Brasil, foi introduzida como dança de salão e. por sua vez, apropriada e adaptada pelo gosto
popular. Para sua ocorrência, é importante a presença de um mestre “marcante" ou “marcador” , pois é quem determina as figurações diversas que os dançadores desenvolvem. Observa-se a constância das seguintes marcações: "Tour", “En avant", “Chez des dames" “Chez des chevatiê", “Cestinha de flor”, “Balancê”, "Caminho da roça” , "Oiha a chuva’ , “Garranchê", "Passeio", "Coroa de flores", “Coroa de espinhos” etc.
      No Rio de Janeiro, em contexto urbano, apresenta transformações: surgem novas figurações, o fr...
2508 Q851778
Português Pontuação
Ano: 2013
Banca: INEP
Jogar limpo
      Argumentar não é ganhar uma discussão a qualquer preço. Convencer alguém de algo é, antes de  tudo, uma alternativa à pratica de ganhar uma questão no grito ou na violência física — ou não física. Não física, dois pontos. Um político que mente descaradamente pode cativar eleitores. Uma publicidade que joga baixo pode constranger multidões a consumir um produto danoso ao ambiente. Há manipulações psicológicas não só na religião. E é comum pessoas agirem emocionalmente, porque vitimas de ardilosa - e cangoteira — sedução. Embora a eficácia a todo preço não seja argumentar, tampouco se trata de admitir só verdades científicas — formar opinião apenas depois de ver a demonstração e as evidências, como a ciência faz. Argumentar é matéria da vida cotidiana...
2509 Q851777
Português Interpretação de Textos
Ano: 2013
Banca: INEP

               A diva

Vamos ao teatro, Maria José?
Quem me dera,
desmanchei em rosca quinze kilos de farinha,
tou podre. Outro dia a gente vamos.
Falou meio triste, culpada,
e um pouco alegre por recusar com orgulho.
TEATRO! Disse no espelho.
TEATRO! Mais alto, desgrenhada.
TEATRO! E os cacos voaram
sem nenhum aplauso.
Perfeita.


PRADO. A. Oráculos de maio. São Paulo: Siciliano. 1999.
Os diferentes gêneros textuais desempenham funções sociais diversas, reconhecidas pelo leitor com base em suas características especificas, bem como na situação comunicativa em que ele é produzido. Assim, o texto A diva
2510 Q851776
Português Interpretação de Textos
Ano: 2013
Banca: INEP
       Tudo no mundo começou com um sim. Uma molécula disse sim a outra molécuia e nasceu a vida. Mas antes da pré-história havia a pré-história da pré-história e havia o nunca e havia o sim. Sempre houve. Não sei o quê, mas sei que o universo jamais começou.
       [...]
       Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever. Como começar pelo início, se as coisas acontecem antes de acontecer? Se antes da pré- pré-bistória já havia os monstros apocalípticos? Se esta pistória não existe, passará a existir. Pensar é um ato. Sentir é um fato. Os dois juntos — sou eu que escrevo o que es...