Epidemiologia é a ciência que estuda os aspectos de defesa do hospedeiro contra a infecção e as conseqüências adversas das respostas imunes.
Epidemiologia é a ciência que estuda os aspectos de defesa do hospedeiro contra a infecção e as conseqüências adversas das respostas imunes.
Dá-se o nome de pandemia à ocorrência epidêmica caracterizada por uma larga distribuição espacial que atinge várias nações. São exemplos clássicos de pandemias: a epidemia de influenza de 1918 e a epidemia de cólera, iniciada em 1961, que alcançou o continente americano em 1991, no Peru.
Com relação à imunobiologia, julgue os próximos itens.
Uma das abordagens para melhorar a qualidade de vida de pessoas imunodeprimidas é vaciná-las com imunobiológicos.

Os estudos analíticos constituem alternativas do método epidemiológico para testar hipóteses elaboradas geralmente durante estudos descritivos. Há fundamentalmente, dois tipos de estudos analíticos: coorte e caso-controle.

Nos estudos do tipo coorte, as exposições passadas são comparadas entre pessoas atingidas e não atingidas pela doença objeto do estudo.

Nos estudos do tipo caso-controle, a quantificação das associações entre exposição e efeito exige definir de forma inequívoca o que se entende por exposição.

A forma de apresentação das doenças na comunidade em cada momento e lugar expressaria o que se pode denominar caracteres epidemiológicos relativos a pessoa, tempo e lugar. O estudo dos caracteres epidemiológicos é o objeto de estudo da epidemiologia descritiva.
A tuberculose é uma infecção bacteriana, cujas lesões localizam-se principalmente nos pulmões, mas podem afetar ossos, rins e meninges, entre outros e sítios.
O período de incubação das lesões primárias pulmonares varia de quatro a doze semanas. A transmissão é plena quando o doente estiver eliminando os bacilos e não tiver iniciado o tratamento. As medidas de controle são: diagnóstico, tratamento adequado, vacinação e controle de comunicantes.
A tuberculose continua sendo um grave problema de saúde pública mundial, sendo a primeira causa isolada de morte evitável nos países em desenvolvimento, especialmente nos grandes conglomerados urbanos onde há maior taxa de abandono do tratamento.