Atente para a seguinte reprodução de uma tirinha da Turma da Mônica, de Maurício de Souza:

Considerando o texto acima, assinale a afirmação verdadeira.
Reconstruindo a lógica do coelho, de modo a deixá-la correta, analise as formas a seguir:
I. Já que ele gosta de cenoura, e todo coelho gosta de cenoura, isso faz dele um coelho.
II. Como ele gosta de cenoura e é um coelho, isso comprova que todo coelho gosta de cenoura.
III. Como ele é um coelho, naturalmente gosta de cenoura porque todo coelho gosta de cenoura.
IV. Como todo coelho gosta de cenoura, ele é um coelho porque também gosta de cenoura.
V. Se todo coelho gosta de cenoura, e já que ele é um coelho, não tem como não gostar de cenoura.
Assinale
A respeito do que se pode inferir da leitura do texto, assinale a afirmativa incorreta.
Além das dimensões semelhantes, Barnard b também está a uma distância em relação a sua estrela que é considerada da mesma faixa daquela que separa o Sol da Terra. “O planeta está localizado a uma distância de 0,4 unidades astronômicas - 40% da distância Terra-Sol - ou 60 milhões de quilômetros de sua estrela”, confirma Ribas, (linhas 21 a 26)
A respeito do trecho acima, assinale a afirmativa incorreta.
Ao considerar os distintos empregos da palavra “porque”, o autor do texto defende sobretudo a ideia de que
Considerem-se as duas primeiras frases do Texto II, transcritas abaixo.
“A viagem tem uma estruturalidade típica. Há a escolha do destino, uma finalidade antevista, uma partida e um retorno, um trajeto por lugares, um tempo de duração.” (l. 1-4)
A reescritura de ambas em um único período estaria coerente e teria pontuação correta em:
No Texto II, a autora diz que, numa viagem, “há atores, um dos quais o viajante” (l. 5-6)
Ela usa a palavra “ator” porque está referindo-se à pessoa que
Para a autora do Texto II, a narrativa de viagem depende essencialmente de quais condições?
No Texto II, o trecho “perda das referências familiares” (l. 9) está associado à ideia de que a subjetividade de uma viagem “se abre ao desconhecido” (l. 8-9). Isso permite entender que a autora afirma ser possível que uma viagem faça alguém