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Q846561
Júlia, ao estudar para o concurso de inspetor de alunos, Prefeitura de São Roque, leu o seguinte texto no documento PROFUNCIONÁRIO (MEC, caderno 04): “Na escola, muitas vezes achamos que todas as pessoas têm os mesmos costumes e as mesmas crenças. Mas isso não é verdade. O que temos na escola, ou em qualquer outra instituição educativa, é um grupo de pessoas, com diferentes funções, que tem em comum o mesmo objetivo”. O objetivo ao qual o texto lido por Júlia faz referência é o de
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Q846560
Jorge, diretor de escola, em uma reunião com os inspetores de alunos, resolveu discorrer sobre os modelos de gestão escolar e destacar um deles. Para isso, montou uma apresentação que continha a seguinte afirmação: “A Gestão da qual estamos falando está baseada na participação social, ou seja, a comunidade escolar (professores, alunos, pais, direção, equipe pedagógica e demais funcionários) é considerada sujeito ativo em todo o processo da gestão, participando de todas as decisões da escola”. Para completar, Jorge esclareceu que o art. 3o da LDBEN, Lei Federal no 9.394/96, apresenta tal modelo entre os princípios em que o ensino público, no Brasil, tem que ser ministrado. Assinale a alternativa que explicita corretamente o nome do modelo de gestão destacado pelo diretor Jorge.
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Q846559
Marcos, estudante de pedagogia, ao apresentar um trabalho sobre a história da educação infantil no Brasil, expôs, corretamente, que, por volta da década de 1970, com a expansão das indústrias, iniciaram-se movimentos de mulheres operárias em prol de um lugar onde deixar seus filhos enquanto trabalhavam. Surgiram, então, as creches. Entretanto, apenas em 1988, é que a educação infantil, constituída pelas creches e pré-escolas, foi legalmente reconhecida como direito das crianças. Mais recentemente, na segunda metade da década de 1990, foi aprovada a Lei Federal no 9.394/96 (LDBEN), na qual é expressa a finalidade da educação infantil. Finalizando sua apresentação, Marcos frisou que tal finalidade está disposta no art. 29 da referida Lei e que, na versão atualizada, consiste
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Q846558
Diariamente, Sidney, inspetor de alunos em uma escola municipal de São Roque, cumpre uma das atribuições do cargo que ocupa: acompanhar o transporte escolar oferecido aos estudantes, bem como àqueles com necessidades educacionais especiais que não apresentam desenvolvidas condições de mobilidade, locomoção e autonomia no trajeto casa/escola/casa.
Ao cumprir essa atribuição do cargo, Sidney está
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Q846557
É muito importante que na Educação Básica haja a valorização das diferenças individuais, de gênero, étnicas e socioculturais e o combate à desigualdade. Assim sendo, nas escolas, é fundamental a atitude dos inspetores de alunos para intervir em situações que possam colocar os estudantes em situações de constrangimentos. O inspetor de alunos precisa se manter bem atento porque muitos momentos constrangedores podem passar despercebidos. Com relação à valorização das diferenças, o documento PROFUNCIONÁRIO (caderno 4) comenta que “Podemos perceber diferenças nos costumes das pessoas e como eles podem causar estranhamento. Em alguns casos, achamos divertidas essas diferenças, mas em outros, podemos reagir até com preconceito. Por exemplo, quando vemos dois árabes se cumprimentarem com um beijo...
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Q846556
No documento PROFUNCIONÁRIO (caderno 4), Regina Lucia Sucupira Pedroza faz a seguinte afirmação: “A escola que tenho defendido no plano político-pedagógico deve levar em consideração as diferenças sociais e os conflitos de classes, visando à construção de um projeto social de transformação”. (...) “Homens e mulheres, cada um do seu jeito de se comportar, devem ser respeitados e considerados no processo de educação no contexto escolar”. Mais adiante, na mesma obra, encontramos que a realização da escola defendida por Pedroza pede um trabalho firme e reflexivo na formação dos educadores para que estes possam, junto com os alunos, promover a
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Q846555
Luzia participou de um encontro de inspetores de alunos promovido pela Secretaria de Educação do município onde trabalha. Nessa ocasião, foi colocado que cabe à inspeção escolar a tarefa de contribuir na preparação dos educandos para a vida social. Tendo em vista que o mundo e a sociedade estão sofrendo mudanças profundas e constantes, é preciso que, em relação às suas práticas, os inspetores de alunos avaliem-nas e busquem
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Q846554
Sabendo que, no Brasil, o termo bullying é usado para designar situações de agressões ou implicâncias intencionais constantemente feitas nas escolas, por um aluno (ou por um grupo de alunos) contra um ou mais colegas, prevenir e mediar ocorrências do bullying faz parte da atuação do inspetor enquanto mediador escolar. Ao assim fazer, o inspetor estará atendendo o disposto no Título I, art. 5º , do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA, Lei Federal nº 8.069/1990): “Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus
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Q846553
José Roberto, interessado em ocupar o cargo de inspetor de alunos (Prefeitura de São Roque), foi conversar com alguns inspetores já antigos na função. Deles ouviu que o papel desse profissional vai muito além do de fiscalizador, pois enquanto membro da equipe escolar, ele atua como um mediador, mobilizando, articulando e orientando a comunidade interna e externa, a fim de que a escola cumpra da melhor forma possível seus objetivos. Assim sendo, enquanto mediador, ao inspetor cabe colaborar na prevenção da indisciplina empregando, com coerência,
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Q846552
A inveja
Todo mundo conhece os sete pecados capitais e, por séculos, muita gente viveu sob o pêndulo da censura e da condenação moral por eventual cometimento de um desses pecados. Hoje em dia, quase ninguém mais dá tanta importância a eles, que mais parecem uma herança esquecida no passado medieval. Mas, ainda assim, um dos sete pecados encontra-se presente em quase todos nós; em uns mais, em outros menos: a inveja. Melanie Klein, uma das figuras centrais da história da psicanálise, realizou estudos sobre esse assunto e concluiu que a inveja é um sentimento negativo que o ser humano começa a desenvolver desde os primeiros tempos da infância e que, como regra geral, acompanha a pessoa por toda a vida. Ninguém gosta de admitir, mas todos nós, em algum momento, sentimos inveja de...
Todo mundo conhece os sete pecados capitais e, por séculos, muita gente viveu sob o pêndulo da censura e da condenação moral por eventual cometimento de um desses pecados. Hoje em dia, quase ninguém mais dá tanta importância a eles, que mais parecem uma herança esquecida no passado medieval. Mas, ainda assim, um dos sete pecados encontra-se presente em quase todos nós; em uns mais, em outros menos: a inveja. Melanie Klein, uma das figuras centrais da história da psicanálise, realizou estudos sobre esse assunto e concluiu que a inveja é um sentimento negativo que o ser humano começa a desenvolver desde os primeiros tempos da infância e que, como regra geral, acompanha a pessoa por toda a vida. Ninguém gosta de admitir, mas todos nós, em algum momento, sentimos inveja de...