I. É dever do servidor público contribuir para a divulgação dos princípios éticos que regem a sua profissão e o trabalho na instituição à qual está vinculado.
II. É dever do servidor público municipal exercer sua função com finalidade estranha e alheia ao interesse público e aos objetivos da instituição à qual está vinculado, ainda que sejam observadas as formalidades legais e que uma ordem expressa do seu superior tenha sido emitida.
I. O servidor público municipal deve compreender que a moralidade da administração pública constitui um princípio que busca promover o bem comum, pois essa é a principal finalidade de uma entidade pública.
II. O objetivo final dos serviços prestados por uma entidade pública é sempre promover o bem comum. Nesse sentido, deve o servidor público buscar o equilíbrio entre os princípios da legalidade e da finalidade na realização do seu trabalho cotidiano.
I. É dever do servidor público ser probo, reto, leal e justo no exercício da sua função. Esse profissional deve, ainda, demonstrar interesse e determinação na resolução dos problemas e demandas dos cidadãos, respeitados os limites legais.
II. Adotar um comportamento ético e refletir constantemente sobre a legalidade dos próprios atos são atitudes desejáveis no comportamento de um servidor público.
I. Os serviços de saúde dos hospitais universitários e de ensino integram-se ao Sistema Único de Saúde, mediante convênio, preservada a sua autonomia administrativa em relação ao patrimônio, aos recursos humanos e financeiros, ao ensino, à pesquisa e à extensão, independentemente de quaisquer limites conferidos pelas instituições a que estejam vinculados, como pode ser observado no artigo 45 da Lei nº 8.080, de 1990.
II. Os recursos financeiros do Sistema Único de Saúde devem ser depositados na conta corrente comum do ente federativo, ainda que ali fiquem misturados com os recursos de outras fontes e aplicações, devendo ser movimentados sob fiscalização dos respectivos Conselhos de Saúde, conforme disposto no artigo 33 da Lei nº 8.080, ...
A oxigenoterapia hiperbárica como terapia complementar no tratamento do transtorno do espectro do autismo
Por FERREIRA, Luís et al. (trecho de artigo adaptado).
O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), segundo a classificação da DSM-5, insere-se nos Transtornos de Neurodesenvolvimento e se assenta em dois critérios fundamentais, os défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos e os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. Nos défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos, é incluída a comunicação verbal e não-verbal e a expressão de emoções, que se manifestam com maior ou menor intensidade. Os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou a...
A oxigenoterapia hiperbárica como terapia complementar no tratamento do transtorno do espectro do autismo
Por FERREIRA, Luís et al. (trecho de artigo adaptado).
O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), segundo a classificação da DSM-5, insere-se nos Transtornos de Neurodesenvolvimento e se assenta em dois critérios fundamentais, os défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos e os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. Nos défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos, é incluída a comunicação verbal e não-verbal e a expressão de emoções, que se manifestam com maior ou menor intensidade. Os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou a...
A oxigenoterapia hiperbárica como terapia complementar no tratamento do transtorno do espectro do autismo
Por FERREIRA, Luís et al. (trecho de artigo adaptado).
O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), segundo a classificação da DSM-5, insere-se nos Transtornos de Neurodesenvolvimento e se assenta em dois critérios fundamentais, os défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos e os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. Nos défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos, é incluída a comunicação verbal e não-verbal e a expressão de emoções, que se manifestam com maior ou menor intensidade. Os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou a...
A oxigenoterapia hiperbárica como terapia complementar no tratamento do transtorno do espectro do autismo
Por FERREIRA, Luís et al. (trecho de artigo adaptado).
O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), segundo a classificação da DSM-5, insere-se nos Transtornos de Neurodesenvolvimento e se assenta em dois critérios fundamentais, os défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos e os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. Nos défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos, é incluída a comunicação verbal e não-verbal e a expressão de emoções, que se manifestam com maior ou menor intensidade. Os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou a...
A oxigenoterapia hiperbárica como terapia complementar no tratamento do transtorno do espectro do autismo
Por FERREIRA, Luís et al. (trecho de artigo adaptado).
O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), segundo a classificação da DSM-5, insere-se nos Transtornos de Neurodesenvolvimento e se assenta em dois critérios fundamentais, os défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos e os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. Nos défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos, é incluída a comunicação verbal e não-verbal e a expressão de emoções, que se manifestam com maior ou menor intensidade. Os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou a...
Influência da assistência de enfermagem na prática da amamentação no puerpério imediato
Por BATISTA, 2013 (trecho de artigo adaptado).
A prática do aleitamento materno está relacionada a fatores de ordem física, psicológica e social, sendo reconhecida a influência dos profissionais de saúde envolvidos nesse processo (MARINHO; LEAL, 2004). A partir de 1981, o Brasil passou por importantes transformações sociais no cenário do aleitamento materno, com o desenvolvimento de uma política estatal, estabelecida pelo Ministério da Saúde, focada na temática específica para o setor de saúde (SYDRONIO, 2006). Entretanto, não obstante o incentivo à amamentação e a sua comprovada importância, o desmame precoce é uma realidade ainda predominante. Supõe-se que uma das justificativa...