253121
Q890232
Um paciente de 75 anos de idade é internado na unidade de terapia intensiva (UTI) com hipotensão e dispneia. Ele apresenta histórico de dor no peito que teve início após estresse emocional (falecimento do filho), é hipertenso há 18 anos, tabagista há 32 anos, nunca havia sentido dor no peito antes desse período e era bastante ativo, diminuindo a respectiva capacidade funcional ao longo dos últimos anos. Tem doença arterial coronariana há 14 anos. Faz uso de atenolol 25 mg, clopidogrel 75 mg e sinvastatina 40 mg, que não toma regularmente. Na UTI, o paciente estava em ventilação não invasiva (VNI) no modo CPAP e foi intubado após um infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST e uma subsequente parada cardíaca com retorno após dois minutos. No momento, apresenta PA = 16...
253122
Q890231
Um paciente de 75 anos de idade é internado na unidade de terapia intensiva (UTI) com hipotensão e dispneia. Ele apresenta histórico de dor no peito que teve início após estresse emocional (falecimento do filho), é hipertenso há 18 anos, tabagista há 32 anos, nunca havia sentido dor no peito antes desse período e era bastante ativo, diminuindo a respectiva capacidade funcional ao longo dos últimos anos. Tem doença arterial coronariana há 14 anos. Faz uso de atenolol 25 mg, clopidogrel 75 mg e sinvastatina 40 mg, que não toma regularmente. Na UTI, o paciente estava em ventilação não invasiva (VNI) no modo CPAP e foi intubado após um infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST e uma subsequente parada cardíaca com retorno após dois minutos. No momento, apresenta PA = 16...
253123
Q890230
Um paciente de 75 anos de idade é internado na unidade de terapia intensiva (UTI) com hipotensão e dispneia. Ele apresenta histórico de dor no peito que teve início após estresse emocional (falecimento do filho), é hipertenso há 18 anos, tabagista há 32 anos, nunca havia sentido dor no peito antes desse período e era bastante ativo, diminuindo a respectiva capacidade funcional ao longo dos últimos anos. Tem doença arterial coronariana há 14 anos. Faz uso de atenolol 25 mg, clopidogrel 75 mg e sinvastatina 40 mg, que não toma regularmente. Na UTI, o paciente estava em ventilação não invasiva (VNI) no modo CPAP e foi intubado após um infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST e uma subsequente parada cardíaca com retorno após dois minutos. No momento, apresenta PA = 16...
253124
Q890229
Um paciente de 75 anos de idade é internado na unidade de terapia intensiva (UTI) com hipotensão e dispneia. Ele apresenta histórico de dor no peito que teve início após estresse emocional (falecimento do filho), é hipertenso há 18 anos, tabagista há 32 anos, nunca havia sentido dor no peito antes desse período e era bastante ativo, diminuindo a respectiva capacidade funcional ao longo dos últimos anos. Tem doença arterial coronariana há 14 anos. Faz uso de atenolol 25 mg, clopidogrel 75 mg e sinvastatina 40 mg, que não toma regularmente. Na UTI, o paciente estava em ventilação não invasiva (VNI) no modo CPAP e foi intubado após um infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST e uma subsequente parada cardíaca com retorno após dois minutos. No momento, apresenta PA = 16...
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Q890228
O trauma torácico tornou-se a segunda lesão traumática mais comum no trauma não intencional; por isso, rápidas ações e intervenções precoces são fatores-chave para avaliações, manejo e sobrevivência. O trauma torácico pode ser resultado de um trauma penetrante ou contuso. O trauma contuso geralmente é uma causa mais comum de lesões traumáticas e pode ser igualmente fatal. É importante conhecer o mecanismo, pois o manejo pode ser diferente.
Tendo em vista esse assunto e os conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir. Em casos de trauma torácico, a hipóxia é a característica mais grave; portanto, ela deve ser evitada e corrigida.
Tendo em vista esse assunto e os conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir. Em casos de trauma torácico, a hipóxia é a característica mais grave; portanto, ela deve ser evitada e corrigida.
253126
Q890227
O trauma torácico tornou-se a segunda lesão traumática mais comum no trauma não intencional; por isso, rápidas ações e intervenções precoces são fatores-chave para avaliações, manejo e sobrevivência. O trauma torácico pode ser resultado de um trauma penetrante ou contuso. O trauma contuso geralmente é uma causa mais comum de lesões traumáticas e pode ser igualmente fatal. É importante conhecer o mecanismo, pois o manejo pode ser diferente.
Tendo em vista esse assunto e os conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir. O pneumotórax aberto leva a uma ventilação prejudicada e, em consequência, à hipóxia e à hipercapnia.
Tendo em vista esse assunto e os conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir. O pneumotórax aberto leva a uma ventilação prejudicada e, em consequência, à hipóxia e à hipercapnia.
253127
Q890226
O trauma torácico tornou-se a segunda lesão traumática mais comum no trauma não intencional; por isso, rápidas ações e intervenções precoces são fatores-chave para avaliações, manejo e sobrevivência. O trauma torácico pode ser resultado de um trauma penetrante ou contuso. O trauma contuso geralmente é uma causa mais comum de lesões traumáticas e pode ser igualmente fatal. É importante conhecer o mecanismo, pois o manejo pode ser diferente.
Tendo em vista esse assunto e os conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir. O pneumotórax aberto deve ser tratado com fechamento imediato da lesão com curativo estéril. O curativo deve fechar todo o ferimento e ser totalmente fixado para total oclusão e regularização da pressão intrapleural com a pressão atmosférica.
Tendo em vista esse assunto e os conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir. O pneumotórax aberto deve ser tratado com fechamento imediato da lesão com curativo estéril. O curativo deve fechar todo o ferimento e ser totalmente fixado para total oclusão e regularização da pressão intrapleural com a pressão atmosférica.
253128
Q890225
O trauma torácico tornou-se a segunda lesão traumática mais comum no trauma não intencional; por isso, rápidas ações e intervenções precoces são fatores-chave para avaliações, manejo e sobrevivência. O trauma torácico pode ser resultado de um trauma penetrante ou contuso. O trauma contuso geralmente é uma causa mais comum de lesões traumáticas e pode ser igualmente fatal. É importante conhecer o mecanismo, pois o manejo pode ser diferente.
Tendo em vista esse assunto e os conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir. Hemoptise, enfisema subcutâneo ou pneumotórax são sinais e sintomas comuns da lesão da árvore tranqueobrônquica.
Tendo em vista esse assunto e os conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir. Hemoptise, enfisema subcutâneo ou pneumotórax são sinais e sintomas comuns da lesão da árvore tranqueobrônquica.
253129
Q890224
O trauma torácico tornou-se a segunda lesão traumática mais comum no trauma não intencional; por isso, rápidas ações e intervenções precoces são fatores-chave para avaliações, manejo e sobrevivência. O trauma torácico pode ser resultado de um trauma penetrante ou contuso. O trauma contuso geralmente é uma causa mais comum de lesões traumáticas e pode ser igualmente fatal. É importante conhecer o mecanismo, pois o manejo pode ser diferente.
Tendo em vista esse assunto e os conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir. O dreno de tórax é utilizado no tratamento do hemotórax e, em casos de suspeita de hemotórax maciço, é importante ter a autotransfusão. Se a drenagem for inferior a 1.500 mL com persistência de sangramento, deve-se considerar a necessidade de realização de toracotomia ...
Tendo em vista esse assunto e os conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir. O dreno de tórax é utilizado no tratamento do hemotórax e, em casos de suspeita de hemotórax maciço, é importante ter a autotransfusão. Se a drenagem for inferior a 1.500 mL com persistência de sangramento, deve-se considerar a necessidade de realização de toracotomia ...
253130
Q890223
A ressuscitação cardiopulmonar (RCP) refere-se a uma série de ações de emergência realizadas em um esforço para ressuscitar manualmente uma pessoa em parada cardiorrespiratória (PCR). Como a RCP requer vários tratamentos de emergência em um curto espaço de tempo, os procedimentos essenciais de tratamento são estabelecidos em diretrizes padronizadas e embasadas em recomendações internacionais.
A esse respeito, com base nas diretrizes atuais de 2020 da American Heart Association (AHA), julgue o item a seguir. É recomendado que leigos iniciem a RCP em uma suposta PCR, já que os riscos de danos à vítima em que são feitas as compressões torácicas sem PCR são baixos.
A esse respeito, com base nas diretrizes atuais de 2020 da American Heart Association (AHA), julgue o item a seguir. É recomendado que leigos iniciem a RCP em uma suposta PCR, já que os riscos de danos à vítima em que são feitas as compressões torácicas sem PCR são baixos.