A criança autista apresenta dificuldade em iniciar e manter diálogos, em interpretar palavras e frases usadas pelo interlocutor, em dominar diferentes formas explícitas ou implícitas da linguagem. Nesse contexto, o modelo de intervenção utilizado pelo fonoaudiólogo, onde ocorre a interação espontânea entre terapeuta e paciente e os objetivos são alcançados por meio de atividades lúdicas, jogos com regras pré-estabelecidas e na última etapa, a estratégia utilizada é o reconto de estórias, é o: I. Desenvolvimento Individualizado no Relacionamento (DIR). II. Análise Comportamental Aplicada (ABA). III. Habilidade Comunicativa Verbal (HCV). IV. Sistema de Comunicação por Troca de Figuras (PECS). V. Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA). É CORRETO o que se afirma ...
Fonoaudiologia
Linguagem e Fala
Fonoaudiologia Educacional
Ano:
2022
Banca:
IBADE
Em relação às dislexias de desenvolvimento, as mais comuns são a dislexia fonológica, a de superfície e a dislexia semântica. Nesse contexto, podemos afirmar que, a Dislexia fonológica, tem como característica: I. incapacidade de decodificação fonológica. II. danos na via de conversão grafema-fonema. III. bloqueio na via não-lexical fonológica. IV. desempenho ruim na leitura de pseudopalavra. V. lesões occipitais inferiores extensas à esquerda. É CORRETO o que se afirma em:
Fonoaudiologia
Legislação e Ética Profissional da Fonoaudiologia
Ano:
2022
Banca:
IBADE
O Código de Ética regulamenta os direitos e deveres dos inscritos nos Conselhos de Fonoaudiologia. Constituem infrações éticas do fonoaudiólogo nas relações de trabalho: I. obter vantagens ilícitas pessoais quando na condição de proprietário, sócio ou dirigente de empresas. II. exercer a profissão quando não dispuser de condições dignas, seguras e adequadas. III. receber ou exigir remuneração indevida da instituição para a qual trabalhe ou preste serviços. IV. gerenciar, coordenar, chefiar e assumir responsabilidade técnica de serviços. É CORRETO o que se afirma em:
Marchesan (1995) relata que a disfagia é a dificuldade de deglutir. Não é uma doença, mas um sintoma. Para a autora, na disfagia a deglutição pode se dar de forma imprecisa, lenta ou ambas. Para o tratamento da Disfagia Orofaríngea Neurogênica, o fonoaudiólogo deve: I. propor a realização do exame otoneurológico, neurológico, complementares e específicos para o nervo facial. II. utilizar técnicas de estimulação sensório motora. III. realizar análise e laudo funcional da deglutição orofaríngea. IV. prescrever a consistência alimentar, o volume, o ritmo de oferta, os utensílios, as manobras e posturas necessárias para administração da dieta via oral segura. É CORRETO o que se afirma em:
A atuação do fonoaudiólogo na unidade de terapia intensiva neonatal visa: I. realizar a anamnese e uma avaliação da mobilidade e tônus da musculatura através de exercícios isométricos. II. aplicar procedimentos como a massoterapia de estimulação na hemiface paralisada, crioterapia e cinesioterapia. III. fazer avaliações acerca da anatomia, da fisiologia e da morfologia, com foco na prevenção. IV. realizar a triagem auditiva na detecção precoce da deficiência auditiva. V. auxiliar na alimentação ocasionando o desenvolvimento ideal da arquitetura do sistema estomatognático. É CORRETO o que se afirma em:
Fonoaudiologia
Avaliação e Reabilitação Vestibular
Ano:
2022
Banca:
IBADE
O principal objetivo no tratamento da DTM é reduzir ou cessar a dor, recuperar a função do aparelho estomatognático e amenizar os fatores que mantém o problema. (CARRARA et al., 2010). Nesse contexto, a atuação da terapia fonoaudiológica nas disfunções temporomandibulares, contempla: I. o uso de medicações, agulhamentos ou infiltrações. II. o relaxamento da musculatura cervical e a terapia miofuncional orofacial. III. a adequação dos músculos e a movimentação da mandíbula durante a fala. IV. as fisioterapias e a terapia cognitivo-comportamental. É CORRETO o que se afirma em:
Fonoaudiologia
Avaliação e Reabilitação Vestibular
Ano:
2022
Banca:
IBADE
A avaliação fonoaudiológica contribui para definir a importância do uso da voz na etiologia e na manutenção da disfonia, oferecendo dados para um processo de diagnóstico diferencial. Nesse contexto, a avaliação perceptivo-auditiva é baseada: I. na integridade da via auditiva desde o nervo auditivo até o tronco encefálico. II. na observação das emissões otoacústicas que depende da integridade da orelha média. III. no fornecimento de informações sobre os aspectos psicossociais da voz. IV. na impressão auditiva que o avaliador tem sobre a emissão vocal do indivíduo. É CORRETO o que se afirma em:
No trabalho com uma criança suspeita de Transtorno Específico de Linguagem e Fala, onde a queixa inicial são as alterações fonológicas, com prejuízo na inteligibilidade de fala, o planejamento terapêutico deve contemplar: I. o Teste de Linguagem Infantil na área de Fonologia (nomeação), do ABFW, para avaliar a extensão do vocabulário. II. os testes de emissões otoacústicas que oferecem dados importantes. III. o Protocolo de Observação Comportamental, PROC, para avaliar o desenvolvimento comunicativo e cognitivo. IV. o M-CHAT, uma escala de rastreamento, para os pais responderem em relação ao comportamento do filho. É CORRETO o que se afirma em:
O envelhecimento é um processo do desenvolvimento normal, envolvendo alterações neurobiológicas, estruturais, funcionais e químicas. Neste processo, quedas e as consequentes lesões resultantes constituem um problema de saúde pública e de grande impacto social enfrentado hoje por todos os países em que ocorre expressivo envelhecimento populacional. Com relação às intervenções para controle do risco de queda, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) Exercícios físicos que melhorem a força muscular. ( ) Exercícios físicos que melhorem o equilíbrio. ( ) Corrente interferencial para aumento da força muscular. ( ) Barras de apoio são considerados um controle de risco ambiental na indução de quedas.