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Q1060500
Levisky e Levisky (em Levisky, Gomes e Fernandes, 2014) associam a escalada de homicídios intrafamiliares
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Q1060499
Interessado em desenvolver programas restaurativos terapêuticos, um psicólogo judiciário volta sua atenção para ofensores de crimes graves, como homicídio ou estupro, que já se encontram encarcerados. Um obstáculo recorrente com que se depara, entretanto, tem sido a falta de interesse das vítimas em participar desses programas. Para dar andamento ao seu projeto, o psicólogo pode
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Q1060498
Uma jovem cuidou da mãe, viúva e deprimida, desde os 8 anos de idade. A mãe, por sua vez, aceitava de bom grado os cuidados da filha e a pressionava a cuidar também dos três irmãos mais novos. Na visão de John Bowlby, possivelmente a jovem desenvolveu, como comportamento de ligação, a
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Q1060497
O terapeuta de uma criança de 5 anos é nomeado como perito na ação de regulamentação de visitas que envolve os pais litigantes de seu cliente. Nessas circunstâncias, o psicólogo deve
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Q1060496
Com base na literatura da área, John Bowlby identifica, na infância de indivíduos psicopatas, maior frequência de
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Q1060495
Conforme destaca C. Sanderson, vários fatores determinam o impacto do abuso sexual em crianças e a maneira como elas reagirão a experiências dessa natureza. Entretanto, quase invariavelmente, observa-se na vítima uma intensa degradação da autoestima provocada por sentimentos de
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Q1060494
Aplicando-se a perspectiva de análise foucaultiana das formas de legitimação e das formas de dominação às questões de gênero, pode-se afirmar que as relações de gênero
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Q1060493
De acordo com C. Sanderson (2005), o tipo de pedófilo mais comum é o abusador compulsivo. Uma característica desse tipo de abusador é
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Q1060492
Um psicólogo é chamado a atuar como perito em um processo que envolve acusação de abuso sexual de uma criança pelo pai, com demanda de posicionamento do perito frente ao quadro de esquizofrenia do acusado. Nessas circunstâncias, segundo S. Rovinski (em Lourenço, Ortiz e Shine, 2021), o psicólogo deve
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Q1060491
Um menino de 9 anos é levado a um psicólogo com a queixa de exposição frequente a intimidação e constrangimento sistemático (bullying) na escola. A mãe refere já ter conversado com a escola que, até o momento, tem ignorado o problema. De acordo com a legislação brasileira (Lei nº 13.431/17), tal prática de bullying