791 Q409759
Engenharia de Telecomunicações
Ano: 2011
Banca: Fundação CESGRANRIO (CESGRANRIO)

Uma sub-rede de microcomputadores, com acesso à Internet, possui uma máquina fisicamente conectada que está utilizando o endereço IP 198.220.131.140, configurado via DHCP. Considere que 255.255.255.240 é a máscara que está sendo empregada em um esquema de tamanho fixo. A classe do IP, o endereço de broadcasting e a configuração CIDR para essa sub-rede são, respectivamente,

792 Q409757
Engenharia de Telecomunicações
Ano: 2011
Banca: Fundação CESGRANRIO (CESGRANRIO)

High-Level Data Link Control (HDLC) é um protocolo orientado a bit para comunicação de dados utilizando links ponto a ponto e multiponto. Os frames HDLC usam flags como delimitadores, ou seja, uma sequência de 8 bits que serve de padrão para sincronização do receptor. Essa sequência de bits é

793 Q409755
Engenharia de Telecomunicações
Ano: 2011
Banca: Fundação CESGRANRIO (CESGRANRIO)

PPP (Point to Point Protocol) é um protocolo orientado a byte que oferece a funcionalidade de

794 Q409754
Engenharia de Telecomunicações
Ano: 2011
Banca: Fundação CESGRANRIO (CESGRANRIO)

795 Q409752
Engenharia de Telecomunicações
Ano: 2011
Banca: Fundação CESGRANRIO (CESGRANRIO)

796 Q409751
Engenharia de Telecomunicações
Ano: 2011
Banca: Fundação CESGRANRIO (CESGRANRIO)

Multiprotocol Label Switching (MPLS) do IETF é uma tecnologia que usa hardware de comutação de alta velocidade para transportar datagramas IP. No funcionamento do (MPLS), os roteadores que se conectam aos computadores dos usuários utilizam encaminhamento convencional, enquanto que os roteadores no centro da rede entendem o MPLS e usam a comutação no lugar da convencional pesquisa na tabela de roteamento IP. Nessa operação, é imprescindível para o MPLS que a

797 Q409749
Engenharia de Telecomunicações
Ano: 2011
Banca: Fundação CESGRANRIO (CESGRANRIO)

No contexto das técnicas de QoS em redes IP, DiffServ se refere a um dos serviços diferenciados, introduzidos pelo Internet Engineering Task Force – IETF, para tratar das limitações dos serviços integrados. O processamento principal foi transferido do núcleo para as fronteiras da rede, a fim de solucionar o problema da escalabilidade. A solução do problema da limitação de tipos de serviço foi a técnica DiffServ utilizar um serviço por

798 Q409747
Engenharia de Telecomunicações
Ano: 2011
Banca: Fundação CESGRANRIO (CESGRANRIO)

799 Q409745
Engenharia de Telecomunicações
Ano: 2011
Banca: Fundação CESGRANRIO (CESGRANRIO)

Na arquitetura de rede que utiliza o protocolo SIP (Session Initiation Protocol), o nó denominado “registrar” tem a função de

800 Q409744
Engenharia de Telecomunicações
Ano: 2011
Banca: Fundação CESGRANRIO (CESGRANRIO)

O RMON é um padrão IETF de gerenciamento de redes cuja sigla representa Remote Network Monitoring (MIB). A RFC 1757 define o padrão RMON de gerenciamento proativo de redes e funciona sobre a pilha TCP/IP com integração ao SNMP. Dentre os nove grupos em que se subdivide a RMON MIB, um contém contadores de vários tipos de tráfego e de servidores conectados à sub-rede, sendo usado para obter estatísticas sobre servidores específicos da LAN. Nessa atividade, o monitor aprende sobre novos microcomputadores da LAN, observando a origem e o destino do endereço MAC dos pacotes, registrando dados em tabela, sendo uma de controle e duas de dados. Esse grupo é denominado