5131 Q133438
Psicologia
Ano: 2006
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Julgue os próximos itens com relação à intervenção do terapeuta na psicoterapia de grupo.

Se um paciente monopoliza o grupo durante longo período, descrevendo situações dolorosas de seu passado, o terapeuta não deve interrompê-lo e, somente ao final de sua exposição, deve questioná-lo sobre como se sente diante da reação dos demais participantes ao que acabou de revelar, para, então, convidar os demais a apresentarem suas experiências ou sentimentos. Isso justifica a necessidade do tempo variável das sessões com o grupo.

5132 Q133437
Psicologia
Ano: 2006
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Julgue os próximos itens com relação à intervenção do terapeuta na psicoterapia de grupo.

Considere que um paciente não se engaje no grupo com facilidade, pois vivencia a experiência grupal como ameaçadora, principalmente se nunca teve relacionamento próximo ou se tende a guardar para si certos sentimentos, como raiva ou frustração. Nessa situação, o terapeuta deve oferecer apoio e treinamento, inclusive em sessão individual, para que o paciente consiga uma participação mais ativa, revelando-se mais, mostrando maior interesse pelos demais participantes e, assim, reduzindo sua postura defensiva.

5133 Q133436
Psicologia
Ano: 2006
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Julgue os próximos itens com relação à intervenção do terapeuta na psicoterapia de grupo.

Em casos de confronto entre dois participantes, o terapeuta deve adotar postura de neutralidade e contar com a colaboração dos demais membros. Se a sessão está cansativa e monótona, ou se determinado paciente interrompe demais a exposição do outro, o terapeuta deve interromper a sessão grupal, registrando a resistência em curso dos participantes.

5134 Q133434
Psicologia
Ano: 2006
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Julgue os próximos itens com relação à intervenção do terapeuta na psicoterapia de grupo.

No grupo, paciente com intensa ansiedade pode desencadear desconforto nos demais participantes, que podem, inclusive, reagir, procurando livrar-se do mal-estar de diversas formas, seja oferecendo sugestões para que o assunto se encerre rapidamente, seja participando de maneira intelectual e distante, fazendo brincadeiras ou mudando o foco da conversa. Em momento oportuno, o terapeuta deve intervir para incentivar e convidar os participantes a avaliar e descobrir o sentido das reações.

5135 Q133432
Psicologia
Ano: 2006
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Julgue os próximos itens com relação à intervenção do terapeuta na psicoterapia de grupo.

O terapeuta, como membro do grupo, ao ver-se confrontado com os mesmos problemas dos participantes, pode fazer revelações pessoais sobre sua pessoa. Isso pode facilitar, como na psicoterapia individual, a obtenção de insight, além de uma visão, pelo grupo, do terapeuta como uma pessoa real e humana, o que contribui, conseqüentemente, para a melhor aceitação por parte do paciente da própria condição, ao ver que não é o único a vivenciar dificuldades.

5136 Q131251
Psicologia
Ano: 2006
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Acerca dos testes projetivos, assinale a opção incorreta.

5137 Q130647
Psicologia
Ano: 2006
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Julgue os próximos itens, acerca da reforma psiquiátrica no Brasil.

O movimento da psiquiatria comunitária, como alternativa ao asilo, propunha um programa mais amplo de intervenção na comunidade, visando evitar o adoecimento mental. Para além de detectar precocemente as situações críticas, evitando as internações, buscava, com uma intenção preventiva, organizar o espaço social de modo a prevenir o adoecimento mental. O tratamento mantém o paciente na comunidade e faz disso um recurso terapêutico, pretendendo, com isso, normalizar o social, para que o doente mental possa nele habitar em vez de ficar recluso no asilo.

5138 Q130646
Psicologia
Ano: 2006
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Julgue os próximos itens, acerca da reforma psiquiátrica no Brasil.

A reforma psiquiátrica brasileira promoveu uma transformação da assistência e do estigma social da loucura no Brasil, ainda que lentamente, desenrolando-se ao longo dos dez anos em que o projeto de lei tramitou sem ser aprovado. Entre as experiências, inclui-se o surgimento do centro de atenção psicossocial (CAPS), serviço de atendimento-dia, fundamentado na constatação da especificidade clínica do doente mental, priorizando acolher as dificuldades de vida geradas pela doença e as possibilidades de expressão subjetiva do psicótico grave. Nesse intuito, acredita-se que o tratamento requeira muito mais do que uma consulta ambulatorial mensal ou...

5139 Q130644
Psicologia
Ano: 2006
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Julgue os próximos itens, acerca da reforma psiquiátrica no Brasil.

A reformulação da instituição de cuidados em saúde mental depende da reformulação conceitual quanto aos aspectos da doença mental, que engloba toda a existência da pessoa doente e, portanto, não se restringem aos sintomas e sua remissão. Dispensando todo o saber tradicional da clínica, a psiquiatria renovada recusa uma abordagem exclusivamente sintomatológica da doença mental e cria um processo de tratamento não mais enfocado na figura da doença, mas na pessoa doente. Para isso, incorpora outros saberes, outros procedimentos e outras preocupações.

5140 Q130643
Psicologia
Ano: 2006
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Julgue os próximos itens, acerca da reforma psiquiátrica no Brasil.

Entre as recentes experiências de tratamento psiquiátrico, destacam-se os serviços residenciais terapêuticos: casas inseridas na comunidade, destinadas a servir de moradia para os pacientes egressos de internações psiquiátricas de longa permanência que não possuam suporte social e laços familiares. Esses serviços servem a pessoas que, tendo passado longo período de internação, perderam seus laços sociais e familiares, e tornaram-se dependentes de uma instituição asilar. Essas residências, ao promoverem uma moradia assistida, fora do ambiente hospitalar, auxiliam o processo de reabilitação psicossocial.