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Q1060519
Do ponto de vista ético e técnico, um terapeuta familiar que se depara com uma família na qual se identificou um caso de ofensa sexual a uma criança ou a um jovem deve
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Q1060513
Um casal em processo de separação disputa a guarda da filha única. A mãe alega que o pai não tem condições emocionais de criar uma criança. Relata que ele sempre foi emocionalmente frio, distante, incapaz de mostrar carinho. O marido reconhece não ser uma pessoa calorosa e revela que não consegue expressar seus sentimentos, apesar do afeto que sente pela filha. Reconhece não confiar naqueles que o cercam, mas acredita ter mais responsabilidade do que a mãe para cuidar da criança. Sob a perspectiva de John Bowlby, é provável que as dificuldades afetivas do marido
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Q1060511
Um jovem de 18 anos foi considerado culpado por um crime de estupro de uma jovem que se encontrava bastante alcoolizada e desorientada. O jovem reconhece ter cometido o ato, mas não se sente responsável porque a vítima não ofereceu resistência. O advogado do jovem consulta um psicólogo sobre a possibilidade de substituir o encarceramento por um encontro restaurativo. Nessas circunstâncias, segundo H. Zehr (2012), cabe ao psicólogo esclarecer que
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Q1060509
Em processo de divórcio litigioso, com acusações de violência sexual do pai em relação à filha, o psicólogo perito declara o seguinte em documento resultante da avaliação psicológica realizada: “na entrevista com o Sr. João, não foi possível conhecer sua história de vida e suas relações familiares, pois ele se limitou a falar de sua relação com a ex-esposa, tentando provar que as ações dela como mãe eram erradas, desqualificando-as ao seu olhar”. Em se tratando de entrevista psicológica ou clínica, conforme entendida por José Bleger (2011), essa descrição revela que o psicólogo deveria ter
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Q1060505
A maneira como o psicólogo se posiciona diante da complexidade dos fenômenos psicológicos expressos em questões jurídicas exige desse profissional uma postura crítica perante sua própria atuação. Particularmente, merece(m) atenção, por parte dos psicólogos, segundo as Referências Técnicas para a Atuação de Psicólogas(os) em Varas de Família,
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Q1060500
Levisky e Levisky (em Levisky, Gomes e Fernandes, 2014) associam a escalada de homicídios intrafamiliares
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Q1060499
Interessado em desenvolver programas restaurativos terapêuticos, um psicólogo judiciário volta sua atenção para ofensores de crimes graves, como homicídio ou estupro, que já se encontram encarcerados. Um obstáculo recorrente com que se depara, entretanto, tem sido a falta de interesse das vítimas em participar desses programas. Para dar andamento ao seu projeto, o psicólogo pode
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Q1060497
O terapeuta de uma criança de 5 anos é nomeado como perito na ação de regulamentação de visitas que envolve os pais litigantes de seu cliente. Nessas circunstâncias, o psicólogo deve
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Q1060495
Conforme destaca C. Sanderson, vários fatores determinam o impacto do abuso sexual em crianças e a maneira como elas reagirão a experiências dessa natureza. Entretanto, quase invariavelmente, observa-se na vítima uma intensa degradação da autoestima provocada por sentimentos de
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Q1060492
Um psicólogo é chamado a atuar como perito em um processo que envolve acusação de abuso sexual de uma criança pelo pai, com demanda de posicionamento do perito frente ao quadro de esquizofrenia do acusado. Nessas circunstâncias, segundo S. Rovinski (em Lourenço, Ortiz e Shine, 2021), o psicólogo deve