311 Q129382
Psicologia
Ano: 2006
Banca: Fundação CEFETBAHIA / Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia (CEFETBAHIA)

No texto A clínica e a clínica em um contexto escolar, Rita de C. N. Leite escreve sobre o seu trabalho de psicóloga em uma escola: "O desafio era realmente muito grande, mas nossa disposição de enfrentá-lo era maior. É claro que essa disposição não foi suficiente para indicar os caminhos por onde deveríamos seguir. Mas, mesmo sem noção clara do que fazer, tínhamos algumas idéias que, embora não nos mostrassem alternativas seguras, nos possibilitavam dar um pontapé inicial para começar a construir nosso trabalho na escola." A mesma autora, remetendo-se a Martins, 1996, p.268, cita a seguinte frase deste psicólogo: "...a realidade de cada escola é uma construção social..." A partir dos comentários acima, entendemos que o trabalho de um psicólogo numa escola,

312 Q129380
Psicologia
Ano: 2006
Banca: Fundação CEFETBAHIA / Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia (CEFETBAHIA)

Novaes, em Psicologia Escolar, fala que o psicólogo, em uma escola, é "muitas vezes percebido como elemento persecutório" e que se constata "ainda uma resistência da própria comunidade escolar" para o trabalho deste profissional. Conclui-se que o psicólogo, em uma escola,

313 Q129378
Psicologia
Ano: 2006
Banca: Fundação CEFETBAHIA / Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia (CEFETBAHIA)

Escreve Novaes, em Psicologia Escolar: "Quando temos alguma coisa a decidir, o bom-senso nos aconselha a, primeiramente, avaliar e medir a situação..." Sob esse prisma, conclui-se que um psicólogo, em uma escola,

314 Q129377
Psicologia
Ano: 2006
Banca: Fundação CEFETBAHIA / Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia (CEFETBAHIA)

Freud, em: Algumas reflexões sobre a psicologia do escolar, Volume XIII, da Standard, escreve: "É nessa fase do desenvolvimento de um jovem que ele entra em contato com os professores, de maneira que agora podemos entender a nossa relação com eles. Estes homens, nem todos pais na realidade, tornaramse nossos pais substitutos. ... Transferimos para eles o respeito e as expectativas ligadas ao pai onisciente de nossa infância e depois começamos a tratá-los como tratávamos nossos pais em casa. Confrontamo-los com a ambivalência que tínhamos adquirido em nossas próprias famílias, e, ajudados por ela, lutamos como tínhamos o hábito de lutar com nossos pais em carne e osso. A menos que levemos em consideração nossos quartos de crianças e nossos lares, nosso comportamento para com os prof...

315 Q129375
Psicologia
Ano: 2006
Banca: Fundação CEFETBAHIA / Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia (CEFETBAHIA)

No volume XI da Standard, escreve Freud, em Contribuições para uma discussão acerca do suicídio: "A escola nunca deve esquecer que ela tem de lidar com indivíduos imaturos a quem não pode ser negado o direito de se demorarem em certos estágios do desenvolvimento e, mesmo em alguns, um pouco desagradáveis. A escola não pode adjudicar-se o caráter de vida: ela não deve pretender ser mais do que uma maneira de vida." O psicólogo, em uma escola, trabalha com alunos nos mais diversos perfis, sendo alguns alunos considerados maduros, outros alunos considerados imaturos pela comunidade escolar. Na concepção do texto acima, é correto afirmar:

316 Q129374
Psicologia
Ano: 2006
Banca: Fundação CEFETBAHIA / Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia (CEFETBAHIA)

Para alguns, é essencial, no trabalho do psicólogo em uma escola, a aplicação de testes. Entre estes, os testes de QI para avaliar o nível de inteligência do aluno. Patto, em Introdução à psicologia escolar, escreve sobre a "mitologia do QI". Segundo a autora: "Por que estamos preocupados com inteligência? ... não descobrimos nenhuma relação entre QI e a capacidade para funcionar em nossa sociedade... O comportamento não é determinado unicamente pelo computador formal situado entre ouvidos do indivíduo. ... nossa sociedade deveria ter preocupações maiores que produzir gênios. Nossa sociedade tem tanta necessidade de bons pedreiros, bons mecânicos e bons atletas quanto de físicos nucleares." Após lido o trecho anterior, conclui-se que

317 Q129372
Psicologia
Ano: 2006
Banca: Fundação CEFETBAHIA / Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia (CEFETBAHIA)

No artigo Repensando a psicologia escolar, Patto escreve: "Tanto a prática sugerida por Bleger quanto o tipo de atendimento psicológico levado a efeito pelo grupo argentino baseiam-se na teoria psicanalítica, fato que faz com que a pergunta formulada por Regers " psicólogo escolar: educador ou clínico? " perca todo o seu sentido. ... na escola existe um espaço totalmente vago para o psicólogo lidar com angústias, fantasias e bloqueios de todos os tipos, ..., sem precisar negar que se encontra numa instituição escolar mas, ao contrário, trazendo-a para o centro de suas atividades." Para Maria Helena Souza Patto, neste artigo,

318 Q129371
Psicologia
Ano: 2006
Banca: Fundação CEFETBAHIA / Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia (CEFETBAHIA)

Para alguns técnicos de escolas, ou seja, profissionais não pertencentes ao quadro docente, ao se trabalhar com grupo de adolescentes (ou jovens) temas vários não compreendidos na grade curricular, como sexo, drogas, família, inserção na vida adulta, etc., assuntos sobre a vida contemporânea, é essencial dar um ar de informalidade no trabalho com esse temas: levá-los para uma sala em que se sentem no chão, encaminhá-los para ambientes ao ar livre, pô-los de pés descalços, etc. Conclui-se que

319 Q129369
Psicologia
Ano: 2006
Banca: Fundação CEFETBAHIA / Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia (CEFETBAHIA)

No livro Emoção na sala de aula, Ana Rita Silva Almeida, escreve: "A sala de aula é um ambiente onde as emoções se expressam". Se aceitarmos a idéia que a emoção está presente nas relações dentro da escola, que a emoção está presente no desenvolvimento escolar do aluno, então,

320 Q129368
Psicologia
Ano: 2006
Banca: Fundação CEFETBAHIA / Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia (CEFETBAHIA)

O caminho seguido pelo CEFET/RN, no que tange à disciplina do discente, nem segue o modelo de uma disciplina rígida e punitiva nem segue o caminho de uma ausência total de disciplina em relação ao discente. O aluno possui uma relativa independência sem ser abandonado e sem deixar de ser olhado pela instituição. Podemos ver, neste caminho seguido pelo CEFET/RN, uma forma de