Em um hospital pediátrico, solicitou-se avaliação psicológica para um menino de 10 anos de idade em razão de comportamento de choro incontido, inconsolável e persistente há dois dias. O paciente estava internado na unidade de terapia intensiva, em pós-operatório de neurocirurgia para retirada de tumor, e seguia acompanhado pela mãe. A genitora relatou que o paciente tem comportamento tipicamente tranquilo, é muito inteligente e gosta de jogar futebol e de brincar com o irmão mais novo. Contudo, após a realização da cirurgia, ele tem apresentado mudança repentina de comportamento, com choro incontido e inconsolável. A criança não tem histórico de transtorno mental e nunca esteve internada antes.
Em um hospital pediátrico, solicitou-se avaliação psicológica para um menino de 10 anos de idade em razão de comportamento de choro incontido, inconsolável e persistente há dois dias. O paciente estava internado na unidade de terapia intensiva, em pós-operatório de neurocirurgia para retirada de tumor, e seguia acompanhado pela mãe. A genitora relatou que o paciente tem comportamento tipicamente tranquilo, é muito inteligente e gosta de jogar futebol e de brincar com o irmão mais novo. Contudo, após a realização da cirurgia, ele tem apresentado mudança repentina de comportamento, com choro incontido e inconsolável. A criança não tem histórico de transtorno mental e nunca esteve internada antes.
Em um hospital pediátrico, solicitou-se avaliação psicológica para um menino de 10 anos de idade em razão de comportamento de choro incontido, inconsolável e persistente há dois dias. O paciente estava internado na unidade de terapia intensiva, em pós-operatório de neurocirurgia para retirada de tumor, e seguia acompanhado pela mãe. A genitora relatou que o paciente tem comportamento tipicamente tranquilo, é muito inteligente e gosta de jogar futebol e de brincar com o irmão mais novo. Contudo, após a realização da cirurgia, ele tem apresentado mudança repentina de comportamento, com choro incontido e inconsolável. A criança não tem histórico de transtorno mental e nunca esteve internada antes.
No que tange à atuação do psicólogo em contexto de cirurgia cardíaca, julgue o item a seguir.
É importante evitar explicações a respeito dos procedimentos cirúrgicos, ou descrever o que o paciente pode vir a sentir, pois isso aumenta a probabilidade de reações emocionais de medo, de ansiedade e de dor, bem como comportamentos não colaborativos.
No que tange à atuação do psicólogo em contexto de cirurgia cardíaca, julgue o item a seguir.
O paciente submetido à cirurgia cardíaca pode estar sujeito a contingências menos aversivas na internação hospitalar do que aqueles em tratamento clínico ambulatorial, uma vez que o tratamento cirúrgico é resolutivo.
No que se refere a intervenções psicológicas em pacientes acometidos por cardiopatias, julgue o item a seguir.
Um comportamento agitado pode afetar a evolução clínica, enquanto a adesão e o relaxamento incluem comportamentos funcionais em termos de sobrevivência no ambiente hospitalar.
No que se refere a intervenções psicológicas em pacientes acometidos por cardiopatias, julgue o item a seguir.
Técnicas de relaxamento levam à diminuição da frequência cardíaca, ao aumento da intensidade e duração da dor e à diminuição do fluxo sanguíneo cerebral.
Acerca de pacientes acometidos por cardiopatias, julgue o item a seguir.
Eventos adversos de vida, tais como problemas financeiros e (ou) ocupacionais e dificuldades no relacionamento conjugal e (ou) familiar entre outros, contribuem significativamente, pelo efeito deletério, para agravamento de saúde em pacientes acometidos por cardiopatias.
No que tange à atuação do psicólogo em contexto de cirurgia cardíaca, julgue o item a seguir.
É papel do psicólogo auxiliar no manejo e na diminuição do impacto de procedimentos médicos invasivos, exceto no caso de cirurgias de grande porte.
No que tange à atuação do psicólogo em contexto de cirurgia cardíaca, julgue o item a seguir.
A compreensão do impacto da cirurgia cardíaca requer do psicólogo análise ampla das circunstâncias críticas da situação que extrapolam o ato médico em si.