Um homem de 32 anos de idade procurou o serviço de psicologia do órgão em que trabalha buscando tratamento para dependência alcoólica. Ele relatou que ingeriu bebida alcoólica pela primeira vez aos 22 anos de idade e que aos 25 foi internado por 3 meses após uso excessivo de álcool. Quando teve alta, voltou ao antigo emprego e no primeiro final de semana saiu com os colegas para comemorar o retorno. Bebeu nesse dia e experimentou cocaína oferecida por um amigo. Após 2 meses de uso intenso de álcool e cocaína associados foi novamente internado, dessa vez por um ano. Após a alta, ficou sóbrio durante 3 anos e recaiu uma terceira vez, associando novamente álcool e cocaína após a decisão de tomar um cálice de champanhe no réveillon. Foi int...
Um homem de 32 anos de idade procurou o serviço de psicologia do órgão em que trabalha buscando tratamento para dependência alcoólica. Ele relatou que ingeriu bebida alcoólica pela primeira vez aos 22 anos de idade e que aos 25 foi internado por 3 meses após uso excessivo de álcool. Quando teve alta, voltou ao antigo emprego e no primeiro final de semana saiu com os colegas para comemorar o retorno. Bebeu nesse dia e experimentou cocaína oferecida por um amigo. Após 2 meses de uso intenso de álcool e cocaína associados foi novamente internado, dessa vez por um ano. Após a alta, ficou sóbrio durante 3 anos e recaiu uma terceira vez, associando novamente álcool e cocaína após a decisão de tomar um cálice de champanhe no réveillon. Foi int...
O chefe de setor encaminhou uma funcionária para o serviço de psicologia e pediu um laudo com avaliação e informação sobre a necessidade e duração de eventual tratamento. A funcionária estava muito lenta no trabalho, a qualidade deixava a desejar e ela era vista chorando com freqüência. A paciente, de 25 anos de idade, referiu medo de sair de casa sozinha, medo de entrar em elevadores e medo de lugares fechados ou muito cheios, com saída difícil, embora nunca tivesse acontecido nada em ambientes assim. Disse que estava muito preocupada com seu desempenho no trabalho, mas tinha muita dificuldade de concentração, ficava ansiosa, às vezes era agressiva e esquecia coisas importantes com muita facilidade. Geralmente sobrepunha diferentes ati...
O chefe de setor encaminhou uma funcionária para o serviço de psicologia e pediu um laudo com avaliação e informação sobre a necessidade e duração de eventual tratamento. A funcionária estava muito lenta no trabalho, a qualidade deixava a desejar e ela era vista chorando com freqüência. A paciente, de 25 anos de idade, referiu medo de sair de casa sozinha, medo de entrar em elevadores e medo de lugares fechados ou muito cheios, com saída difícil, embora nunca tivesse acontecido nada em ambientes assim. Disse que estava muito preocupada com seu desempenho no trabalho, mas tinha muita dificuldade de concentração, ficava ansiosa, às vezes era agressiva e esquecia coisas importantes com muita facilidade. Geralmente sobrepunha diferentes ati...
O chefe de setor encaminhou uma funcionária para o serviço de psicologia e pediu um laudo com avaliação e informação sobre a necessidade e duração de eventual tratamento. A funcionária estava muito lenta no trabalho, a qualidade deixava a desejar e ela era vista chorando com freqüência. A paciente, de 25 anos de idade, referiu medo de sair de casa sozinha, medo de entrar em elevadores e medo de lugares fechados ou muito cheios, com saída difícil, embora nunca tivesse acontecido nada em ambientes assim. Disse que estava muito preocupada com seu desempenho no trabalho, mas tinha muita dificuldade de concentração, ficava ansiosa, às vezes era agressiva e esquecia coisas importantes com muita facilidade. Geralmente sobrepunha diferentes ati...
O chefe de setor encaminhou uma funcionária para o serviço de psicologia e pediu um laudo com avaliação e informação sobre a necessidade e duração de eventual tratamento. A funcionária estava muito lenta no trabalho, a qualidade deixava a desejar e ela era vista chorando com freqüência. A paciente, de 25 anos de idade, referiu medo de sair de casa sozinha, medo de entrar em elevadores e medo de lugares fechados ou muito cheios, com saída difícil, embora nunca tivesse acontecido nada em ambientes assim. Disse que estava muito preocupada com seu desempenho no trabalho, mas tinha muita dificuldade de concentração, ficava ansiosa, às vezes era agressiva e esquecia coisas importantes com muita facilidade. Geralmente sobrepunha diferentes ati...
O chefe de setor encaminhou uma funcionária para o serviço de psicologia e pediu um laudo com avaliação e informação sobre a necessidade e duração de eventual tratamento. A funcionária estava muito lenta no trabalho, a qualidade deixava a desejar e ela era vista chorando com freqüência. A paciente, de 25 anos de idade, referiu medo de sair de casa sozinha, medo de entrar em elevadores e medo de lugares fechados ou muito cheios, com saída difícil, embora nunca tivesse acontecido nada em ambientes assim. Disse que estava muito preocupada com seu desempenho no trabalho, mas tinha muita dificuldade de concentração, ficava ansiosa, às vezes era agressiva e esquecia coisas importantes com muita facilidade. Geralmente sobrepunha diferentes ati...
O chefe de setor encaminhou uma funcionária para o serviço de psicologia e pediu um laudo com avaliação e informação sobre a necessidade e duração de eventual tratamento. A funcionária estava muito lenta no trabalho, a qualidade deixava a desejar e ela era vista chorando com freqüência. A paciente, de 25 anos de idade, referiu medo de sair de casa sozinha, medo de entrar em elevadores e medo de lugares fechados ou muito cheios, com saída difícil, embora nunca tivesse acontecido nada em ambientes assim. Disse que estava muito preocupada com seu desempenho no trabalho, mas tinha muita dificuldade de concentração, ficava ansiosa, às vezes era agressiva e esquecia coisas importantes com muita facilidade. Geralmente sobrepunha diferentes ati...
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O chefe de setor encaminhou uma funcionária para o serviço de psicologia e pediu um laudo com avaliação e informação sobre a necessidade e duração de eventual tratamento. A funcionária estava muito lenta no trabalho, a qualidade deixava a desejar e ela era vista chorando com freqüência. A paciente, de 25 anos de idade, referiu medo de sair de casa sozinha, medo de entrar em elevadores e medo de lugares fechados ou muito cheios, com saída difícil, embora nunca tivesse acontecido nada em ambientes assim. Disse que estava muito preocupada com seu desempenho no trabalho, mas tinha muita dificuldade de concentração, ficava ansiosa, às vezes era agressiva e esquecia coisas importantes com muita facilidade. Geralmente sobrepunha diferentes ati...